PDF sobre alice vieira: 1 a 10 de 1782 arquivos da pesquisa em BuscaPDF [gl]

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Águas de Verão

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Águas de Verão é uma curta viagem ao passado. A narradora recorda a sua infância e a vida no seio de uma família muito tradicionalista, formal.Um dos romances mais poéticos de Alice Vieira, esta narrativa mostra como as ideias de respeito e de bom comportamento podem inquinar a alegria de viver, se impostas de forma rígida e como simples convenções.Apesar disso, os vários irmãos desta família problemática acabam por descobrir o sabor da alegria e o prazer do divertimento na personagem de um saxofonista bem-humorado com quem travam conhecimento num hotel de termas.
Publicado por Leya em 27/02/2012

O Livro da Avo Alice

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Alice Vieira avisa-nos desde o início: "Isto não é o manual da boa avó." Não, nem pensar. O que vamos ler é o livro de uma avó moderna que fala para todas as avós modernas. Daquelas que amam os filhos e netos mas que se calhar ainda trabalham (e, quem sabe, até têm namorado). É um livro que nos convida a entrar numa casa onde só entram os Amigos. Onde no Verão a sala se transforma numa praia improvisada e vemos netos a chapinhar em piscinas insufláveis (debaixo de uma chuva de regador). O Livro da Avó Alice é um baú de surpresas, ouvem-se gargalhadas lá dentro, está cheio de magia e memórias. Todas as avós vão encontrar aqui algo que lhes pertence. Porque Alice Vieira fala para elas, partilha as suas histórias, alegrias e aflições - pois também ela foi neta, filha, mãe, mulher e sogra. E porque fala sempre, com humor e coração, de um mundo secreto que só as avós e os netos conhecem.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Viagem à Roda do Meu Nome

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Abílio detesta o seu nome e decide mudá-lo para Luís. A mudança de nome tem valor simbólico, mostra o instante em que Abílio entra em processo de crise, na busca de ser ele mesmo, diferente daquilo que dele queriam fazer.Uma viagem à terra dos seus antepassados reconcilia-o com a sua história e o seu nome.Este romance realista, de personagens bem delineadas, retrata a vida quotidiana e o mundo interior de um rapaz, utilizando a primeira pessoa em dois tempos de enunciação, e aborda com optimismo o complexo tema da identidade.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Os Profetas

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No ano de 1533, sendo rei D. João III, vivia na ilha de Porto Santo um homem chamado Fernão Nunes, por todos chamado Fernão Bravo. Na mesma ilha vivia uma sobrinha sua, moça de dezasseis ou dezassete anos, chamada Filipa Nunes, que estava havia alguns anos na cama, paralítica. Dizendo-se inspirados pelo Espírito Santo, tio e sobrinha declararam-se profetas. A sua pregação convenceu pobres e ricos, que renunciavam às suas vestes preciosas e partilhavam os alimentos, e até eclesiásticos, que na missa invocavam «São Pedro e São Paulo e o beato profeta Fernando». A heresia não podia ser tolerada. Após dezoito dias de «abusões» dos falsos profetas, os hereges foram presos e levados para a vila de Machico, sendo depois enviados para Évora. Fernão e Filipa foram aí expostos à porta da Sé, ela vestida e ele nu da cintura para cima, com um letreiro dizendo «Profeta de Porto Santo». Este é um facto histórico, que conhecemos pela pena de Gaspar Frutuoso e ainda hoje é bem recordado em Porto Santo. Com base neste facto histórico, Alice Vieira recria de forma vívida os antecedentes e os dias exaltantes da pregação, os tormentos e mortes infligidos pelas autoridades, e ainda a vida na Lisboa quinhentista, cidade cosmopolita e bela mas sobre a qual se adensam as nuvens da Inquisição e do desastre nacional. Fiel à História mas não ocultando simpatias, com a voz desassombrada e a mestria da escrita que unanimemente se lhe reconhecem, Alice Vieira oferece-nos em Os Profetas um romance histórico forte que não deixará de empolgar - e comover - os leitores.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Os Olhos de Ana Marta

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Os Olhos de Ana Marta é classificado por alguns críticos como o melhor romance de Alice Vieira, pela construção das personagens, a estrutura narrativa e a concepção da história, que por vezes lembra uma misteriosa história policial. A mãe de Marta (a protagonista, de 11 anos) não quer que lhe chamem mãe. A casa tem muitos quartos misteriosamente fechados. Marta sente nas paredes dois olhos que a seguem. Página a página, o segredo vai-se desvendando, e Marta consegue conquistar o coração da mãe.
Autoria: Alice Vieira
Publicado por Leya em 08/11/2013

Úrsula a Maior

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"Maria João, de 14 anos, é filha de pais divorciados (o pai é um homem de esquerda, da classe média; a mãe vive para os seus sonhos domésticos e um pouco distante da realidade).O livro mostra a sua relação com os seus amigos da escola e o modo como ela constrói o seu próprio eu, observando criticamente as regras e valores dos pais.Maria João ajuda também a construir a personalidade de outra rapariga: Xuxu.Esta, filha de um aristocrata amigo da mãe, tem de percorrer um longo caminho para ganhar o direito ao seu próprio nome: Úrsula."
Publicado por Leya em 27/02/2012

Caderno de Agosto

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Glória, uma adolescente, fala-nos da sua família e dos seus problemas. O pai, um conhecido psiquiatra, divorciou-se da mãe e casou-se com uma mulher muito mais nova e bastante snob.A mãe, Luísa, é uma professora de História que está há muito tempo a escrever uma tese de mestrado sobre D. Maria II e é incapaz de a acabar.Ao mesmo tempo, um amigo editor pede-lhe que escreva um romance de amor, coisa que ela faz, parando sempre que ela própria se apaixona. Glória inclui no seu Caderno de Agosto o romance de amor da mãe (que afinal não será de amor...).Caderno de Agosto é um romance para jovens (a partir dos 13 anos) notavelmente escrito, que, uma vez começado, não se consegue poisar.Embora o livro esteja cheio de humor e diálogos divertidos, é também um retrato dos estilos de vida da pequena e média burguesias de Lisboa nos anos 90.
Publicado por Leya em 27/02/2012

O casamento da minha mãe

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Vera nasceu quando ninguém a queria. «Não tenho vida para ter filhos», dizia a mãe, a começar então uma carreira de modelo. «Tu não me és nada», repete-lhe continuamente Dona Elisa, mulher de um primo afastado em casa de quem a mãe a larga, ainda recém-nascida. Uma casa com um pátio, onde um dia Dona Elisa irá fazer uma fogueira de todos os seus sonhos. Mas às vezes, e quando menos se espera, surge uma leve esperança em tempos melhores. No dia do casamento da mãe, entre a multidão de fotógrafos e de gente que ela desconhece, alguém aparece capaz de - quem sabe? - lhe modificar a vida.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Leandro, Rei da Helíria

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Esta peça de teatro para crianças e jovens (com um enredo em muitos aspectos semelhante ao de «Rei Lear», de Shakespeare) foi buscar a sua base a uma narrativa popular.Um pai decide repartir o reino pelas filhas e põe-nas à prova, acabando, contudo, por deserdar a mais nova. Esta vem a revelar-se, afinal, a única que era merecedora da sua generosidade.Vítima do próprio orgulho e castigado pela sua cegueira, o rei expia as culpas mergulhando na miséria, até ser finalmente salvo e perdoado pela filha mais nova entretanto reencontrada.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Bica Escaldada

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«A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!», escreveu algures Alice Vieira. Em Bica Escaldada, um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
Publicado por Leya em 27/02/2012
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