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Às Dez a Porta Fecha

Às Dez a Porta Fecha é um peculiar romance juvenil, pois quase não encontramos personagens jovens. O livro trata da vida de velhos num lar de pessoas idosas. Conta-nos as histórias dos sonhos, desgostos e dores de homens e mulheres velhos que travam uma luta interior contra a rotina e o esquecimento das suas famílias. Mas é também um texto comovente e divertido com final feliz, visto que um dos velhos casa com uma companheira, sai do lar, e juntos descobrem o amor e constroem uma vida nova.
publicado por Leya em 2012-03-23

A Arca do Tesouro

Alice Vieira (texto) Eurico Carrapatoso (música) Cesário Costa (direcção musical) João Fazenda (ilustrações) Luís Miguel Cintra (narração) «A Orquestra Metropolitana de Lisboa encomendou a Alice Vieira um pequeno conto para Eurico Carrapatoso musicar. Alice Vieira escreveu A Arca do Tesouro, um texto sóbrio e sábio, que se insurge contra esta coisa dos «relógios a mandar em toda a gente». E o compositor Carrapatoso foi capaz de fazer uma música simples, bela e comunicativa para a história de Maria e da sua caixa azul, uma caixa que «não serve para nada». Mas há-de servir... (...) A composição nunca se impõe ao conto: segue-o antes com atenção e vem um pouco mais à tona em breves momentos, suficientes para soltar a emoção de um texto tão escorreito e bem escrito.» Pedro Boléo, Público
publicado por Leya em 2013-10-28

Águas de Verão

Águas de Verão é uma curta viagem ao passado. A narradora recorda a sua infância e a vida no seio de uma família muito tradicionalista, formal.Um dos romances mais poéticos de Alice Vieira, esta narrativa mostra como as ideias de respeito e de bom comportamento podem inquinar a alegria de viver, se impostas de forma rígida e como simples convenções.Apesar disso, os vários irmãos desta família problemática acabam por descobrir o sabor da alegria e o prazer do divertimento na personagem de um saxofonista bem-humorado com quem travam conhecimento num hotel de termas.
publicado por Leya em 2012-02-27

Os Profetas

No ano de 1533, sendo rei D. João III, vivia na ilha de Porto Santo um homem chamado Fernão Nunes, por todos chamado Fernão Bravo. Na mesma ilha vivia uma sobrinha sua, moça de dezasseis ou dezassete anos, chamada Filipa Nunes, que estava havia alguns anos na cama, paralítica. Dizendo-se inspirados pelo Espírito Santo, tio e sobrinha declararam-se profetas. A sua pregação convenceu pobres e ricos, que renunciavam às suas vestes preciosas e partilhavam os alimentos, e até eclesiásticos, que na missa invocavam «São Pedro e São Paulo e o beato profeta Fernando». A heresia não podia ser tolerada. Após dezoito dias de «abusões» dos falsos profetas, os hereges foram presos e levados para a vila de Machico, sendo depois enviados para Évora. Fernão e Filipa foram aí expostos à porta da Sé, ela vestida e ele nu da cintura para cima, com um letreiro dizendo «Profeta de Porto Santo». Este é um facto histórico, que conhecemos pela pena de Gaspar Frutuoso e ainda hoje é bem recordado em Porto Santo. Com base neste facto histórico, Alice Vieira recria de forma vívida os antecedentes e os dias exaltantes da pregação, os tormentos e mortes infligidos pelas autoridades, e ainda a vida na Lisboa quinhentista, cidade cosmopolita e bela mas sobre a qual se adensam as nuvens da Inquisição e do desastre nacional. Fiel à História mas não ocultando simpatias, com a voz desassombrada e a mestria da escrita que unanimemente se lhe reconhecem, Alice Vieira oferece-nos em Os Profetas um romance histórico forte que não deixará de empolgar - e comover - os leitores.
publicado por Leya em 2012-02-27

Bica Escaldada

«A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!», escreveu algures Alice Vieira. Em Bica Escaldada, um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
publicado por Leya em 2012-02-27

O Livro da Avo Alice

Alice Vieira avisa-nos desde o início: "Isto não é o manual da boa avó." Não, nem pensar. O que vamos ler é o livro de uma avó moderna que fala para todas as avós modernas. Daquelas que amam os filhos e netos mas que se calhar ainda trabalham (e, quem sabe, até têm namorado). É um livro que nos convida a entrar numa casa onde só entram os Amigos. Onde no Verão a sala se transforma numa praia improvisada e vemos netos a chapinhar em piscinas insufláveis (debaixo de uma chuva de regador). O Livro da Avó Alice é um baú de surpresas, ouvem-se gargalhadas lá dentro, está cheio de magia e memórias. Todas as avós vão encontrar aqui algo que lhes pertence. Porque Alice Vieira fala para elas, partilha as suas histórias, alegrias e aflições - pois também ela foi neta, filha, mãe, mulher e sogra. E porque fala sempre, com humor e coração, de um mundo secreto que só as avós e os netos conhecem.
publicado por Leya em 2012-02-27

O Que se Leva Desta Vida

O que se leva desta vida? Bom, cada um sabe de si, mas nós sabemos o que o leitor pode levar deste livro! Dependendo dos casos e das histórias levará um sorriso nos lábios, uma lágrima no canto do olho, um grito de esperança, uma sonora gargalhada, um olhar cúmplice, um reviver de outros tempos ou um sentir do toque do futuro... O que se leva desta vida? Bem, aqui vai levar com velhinhas inglesas, bonecas partidas e camisolas verdes, com Callas e Chopin, com pessoas felizes e infelizes, com a língua portuguesa e os professores, com heróis, amizades, histórias de amor e questões familiares, e, pois então, com a Lei de «Mârfi»! O Que se Leva desta Vida são pequenas estórias escritas com o humor e a sensibilidade a que Alice Vieira sempre nos habituou.
publicado por Leya em 2012-02-27

Contos de Andersen para crianças sem medo

Em Contos de Andersen para Crianças sem Medo poderás conhecer histórias de encantar que o tempo trouxe de longe e que Alice Vieira escolheu e... escreveu! O Pequeno Abeto O Acendedor Os Sapatos Vermelhos A Polegarzinha O Pião e a Bola Diverte-te a ler e a descobrir a sabedoria que cada conto tem para te dar!
publicado por Leya em 2011-03-31

Chocolate à Chuva

"Em ""Chocolate à Chuva"" (terceiro volume da trilogia que começa com ""Rosa, Minha Irmã Rosa"" e prossegue com ""Lote 12, 2.o Frente""), Mariana é confrontada, entre outros problemas, com um bem difícil: o divórcio. Os pais da Rita, sua amiga de sempre, tomam essa decisão. É a ruptura. É o fim da """"casa da Rita"""", é o """"tremer"""" das coisas sólidas. Mariana vai entrar no emaranhado dos """"quês"""" e """"porquês"""" e vai sentir-se impotente para ajudar a Rita. Mas ""Chocolate à Chuva"" é também uma maneira fascinante de acompanhar o crescimento de uma adolescente atenta não só ao que se passa em redor dela mas também à sua própria evolução."
publicado por Leya em 2012-02-27

A Vida nas Palavras de Inês Tavares

"Que fazer, quando se tem 13 anos, se pediu um i-pod pelo Natal e se recebe um diário? Aqui se relata - pelas palavras da própria - um ano da vida de Inês Tavares, com as suas melhores amigas (e dois amigos, porque os rapazes fazem sempre jeito para levar às festas...) e as suas grandes paixões: o chocolate e o Brad Pitt; para além da paz no mundo, claro. Uma fatia da vida dos nossos dias, em tom divertido, com a qualidade da escrita de Alice Vieira."
publicado por Leya em 2012-02-27
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