PDF sobre alice vieira: 1 a 10 de 1061 arquivos da pesquisa em BuscaPDF [gl]

Pezinhos de Coentrada

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Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, ketchup. hambúrgueres e queijo, muito queijo..., mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! Pezinhos de Coentrada são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
Publicado por Leya em 28/02/2012

Bica Escaldada

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«A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!», escreveu algures Alice Vieira. Em Bica Escaldada, um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
Publicado por Leya em 27/02/2012

O Livro da Avo Alice

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Alice Vieira avisa-nos desde o início: "Isto não é o manual da boa avó." Não, nem pensar. O que vamos ler é o livro de uma avó moderna que fala para todas as avós modernas. Daquelas que amam os filhos e netos mas que se calhar ainda trabalham (e, quem sabe, até têm namorado). É um livro que nos convida a entrar numa casa onde só entram os Amigos. Onde no Verão a sala se transforma numa praia improvisada e vemos netos a chapinhar em piscinas insufláveis (debaixo de uma chuva de regador). O Livro da Avó Alice é um baú de surpresas, ouvem-se gargalhadas lá dentro, está cheio de magia e memórias. Todas as avós vão encontrar aqui algo que lhes pertence. Porque Alice Vieira fala para elas, partilha as suas histórias, alegrias e aflições - pois também ela foi neta, filha, mãe, mulher e sogra. E porque fala sempre, com humor e coração, de um mundo secreto que só as avós e os netos conhecem.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Águas de Verão

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Águas de Verão é uma curta viagem ao passado. A narradora recorda a sua infância e a vida no seio de uma família muito tradicionalista, formal.Um dos romances mais poéticos de Alice Vieira, esta narrativa mostra como as ideias de respeito e de bom comportamento podem inquinar a alegria de viver, se impostas de forma rígida e como simples convenções.Apesar disso, os vários irmãos desta família problemática acabam por descobrir o sabor da alegria e o prazer do divertimento na personagem de um saxofonista bem-humorado com quem travam conhecimento num hotel de termas.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Os Profetas

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No ano de 1533, sendo rei D. João III, vivia na ilha de Porto Santo um homem chamado Fernão Nunes, por todos chamado Fernão Bravo. Na mesma ilha vivia uma sobrinha sua, moça de dezasseis ou dezassete anos, chamada Filipa Nunes, que estava havia alguns anos na cama, paralítica. Dizendo-se inspirados pelo Espírito Santo, tio e sobrinha declararam-se profetas. A sua pregação convenceu pobres e ricos, que renunciavam às suas vestes preciosas e partilhavam os alimentos, e até eclesiásticos, que na missa invocavam «São Pedro e São Paulo e o beato profeta Fernando». A heresia não podia ser tolerada. Após dezoito dias de «abusões» dos falsos profetas, os hereges foram presos e levados para a vila de Machico, sendo depois enviados para Évora. Fernão e Filipa foram aí expostos à porta da Sé, ela vestida e ele nu da cintura para cima, com um letreiro dizendo «Profeta de Porto Santo». Este é um facto histórico, que conhecemos pela pena de Gaspar Frutuoso e ainda hoje é bem recordado em Porto Santo. Com base neste facto histórico, Alice Vieira recria de forma vívida os antecedentes e os dias exaltantes da pregação, os tormentos e mortes infligidos pelas autoridades, e ainda a vida na Lisboa quinhentista, cidade cosmopolita e bela mas sobre a qual se adensam as nuvens da Inquisição e do desastre nacional. Fiel à História mas não ocultando simpatias, com a voz desassombrada e a mestria da escrita que unanimemente se lhe reconhecem, Alice Vieira oferece-nos em Os Profetas um romance histórico forte que não deixará de empolgar - e comover - os leitores.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Caderno de Agosto

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Glória, uma adolescente, fala-nos da sua família e dos seus problemas. O pai, um conhecido psiquiatra, divorciou-se da mãe e casou-se com uma mulher muito mais nova e bastante snob.A mãe, Luísa, é uma professora de História que está há muito tempo a escrever uma tese de mestrado sobre D. Maria II e é incapaz de a acabar.Ao mesmo tempo, um amigo editor pede-lhe que escreva um romance de amor, coisa que ela faz, parando sempre que ela própria se apaixona. Glória inclui no seu Caderno de Agosto o romance de amor da mãe (que afinal não será de amor...).Caderno de Agosto é um romance para jovens (a partir dos 13 anos) notavelmente escrito, que, uma vez começado, não se consegue poisar.Embora o livro esteja cheio de humor e diálogos divertidos, é também um retrato dos estilos de vida da pequena e média burguesias de Lisboa nos anos 90.
Publicado por Leya em 27/02/2012

A Lua Não Está à Venda

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Dona Estrela (uma viúva) é proprietária do café Lua Cheia, ponto de reunião e convívio de diversas «figuras» das redondezas.Beatriz é professora. A sua história entrelaça-se com as histórias e sonhos de pessoas vulgares (adultos e jovens) que vivem no mesmo bairro lisboeta.Um livro sobre a solidão, mas também sobre a boa vizinhança e o único modo como as pessoas vulgares conseguem sobreviver: com a cabeça cheia de sonhos e projectos.
Autoria: Alice Vieira
Publicado por Leya em 05/02/2014

Rosa, Minha Irmã Rosa

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Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afecto da família - incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios. Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?
Publicado por Leya em 27/02/2012

Às Dez a Porta Fecha

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Às Dez a Porta Fecha é um peculiar romance juvenil, pois quase não encontramos personagens jovens. O livro trata da vida de velhos num lar de pessoas idosas. Conta-nos as histórias dos sonhos, desgostos e dores de homens e mulheres velhos que travam uma luta interior contra a rotina e o esquecimento das suas famílias. Mas é também um texto comovente e divertido com final feliz, visto que um dos velhos casa com uma companheira, sai do lar, e juntos descobrem o amor e constroem uma vida nova.
Publicado por Leya em 23/03/2012

Livro com Cheiro a Morango

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Este livro, com cheiro a morango ao londo de todas as páginas, despertará o interesse dos mais pequenos e serve de moldura aromática à prosa incomparável de Alice Vieira, autora que dispensa apresentações e que, nestes contos didácticos, com a mestria que lhe é conhecida, vai conduzir as crianças no caminho da leitura, apresentando-lhes vocabulário, jogando com as palavras e brincando com a gramática e acentuação.Alice Vieira nasceu em 1943 em Lisboa. Desde 1979 tem vindo a publicar regularmente livros tendo, editados na Caminho, mais de cinco dezenas de títulos. Recebeu em 1979, o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, Minha Irmã Rosa; em 1994, o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Foi indicada, por duas vezes, como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen (o mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens). Alice Vieira é uma das mais importantes escritoras portuguesas para jovens, tendo ganho grande projeção nacional e internacional. Foi igualmente apresentada por duas vezes, como candidata ao ALMA (Astrid Lindgren Memorial Award).
Autoria: Alice Vieira
Publicado por Leya em 24/03/2014
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