PDF sobre alice vieira: 1 a 10 de 1007 arquivos da pesquisa em BuscaPDF [gl]

A Arca do Tesouro

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Alice Vieira (texto) Eurico Carrapatoso (música) Cesário Costa (direcção musical) João Fazenda (ilustrações) Luís Miguel Cintra (narração) «A Orquestra Metropolitana de Lisboa encomendou a Alice Vieira um pequeno conto para Eurico Carrapatoso musicar. Alice Vieira escreveu A Arca do Tesouro, um texto sóbrio e sábio, que se insurge contra esta coisa dos «relógios a mandar em toda a gente». E o compositor Carrapatoso foi capaz de fazer uma música simples, bela e comunicativa para a história de Maria e da sua caixa azul, uma caixa que «não serve para nada». Mas há-de servir... (...) A composição nunca se impõe ao conto: segue-o antes com atenção e vem um pouco mais à tona em breves momentos, suficientes para soltar a emoção de um texto tão escorreito e bem escrito.» Pedro Boléo, Público
Autoria: Alice Vieira
Publicado por Leya em 28/10/2013

Águas de Verão

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Águas de Verão é uma curta viagem ao passado. A narradora recorda a sua infância e a vida no seio de uma família muito tradicionalista, formal.Um dos romances mais poéticos de Alice Vieira, esta narrativa mostra como as ideias de respeito e de bom comportamento podem inquinar a alegria de viver, se impostas de forma rígida e como simples convenções.Apesar disso, os vários irmãos desta família problemática acabam por descobrir o sabor da alegria e o prazer do divertimento na personagem de um saxofonista bem-humorado com quem travam conhecimento num hotel de termas.
Publicado por Leya em 27/02/2012

A Lua Não Está à Venda

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Dona Estrela (uma viúva) é proprietária do café Lua Cheia, ponto de reunião e convívio de diversas «figuras» das redondezas.Beatriz é professora. A sua história entrelaça-se com as histórias e sonhos de pessoas vulgares (adultos e jovens) que vivem no mesmo bairro lisboeta.Um livro sobre a solidão, mas também sobre a boa vizinhança e o único modo como as pessoas vulgares conseguem sobreviver: com a cabeça cheia de sonhos e projectos.
Autoria: Alice Vieira
Publicado por Leya em 05/02/2014

Chocolate à Chuva

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"Em ""Chocolate à Chuva"" (terceiro volume da trilogia que começa com ""Rosa, Minha Irmã Rosa"" e prossegue com ""Lote 12, 2.o Frente""), Mariana é confrontada, entre outros problemas, com um bem difícil: o divórcio. Os pais da Rita, sua amiga de sempre, tomam essa decisão. É a ruptura. É o fim da """"casa da Rita"""", é o """"tremer"""" das coisas sólidas. Mariana vai entrar no emaranhado dos """"quês"""" e """"porquês"""" e vai sentir-se impotente para ajudar a Rita. Mas ""Chocolate à Chuva"" é também uma maneira fascinante de acompanhar o crescimento de uma adolescente atenta não só ao que se passa em redor dela mas também à sua própria evolução."
Publicado por Leya em 27/02/2012

Viagem à Roda do Meu Nome

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Abílio detesta o seu nome e decide mudá-lo para Luís. A mudança de nome tem valor simbólico, mostra o instante em que Abílio entra em processo de crise, na busca de ser ele mesmo, diferente daquilo que dele queriam fazer.Uma viagem à terra dos seus antepassados reconcilia-o com a sua história e o seu nome.Este romance realista, de personagens bem delineadas, retrata a vida quotidiana e o mundo interior de um rapaz, utilizando a primeira pessoa em dois tempos de enunciação, e aborda com optimismo o complexo tema da identidade.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Às Dez a Porta Fecha

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Às Dez a Porta Fecha é um peculiar romance juvenil, pois quase não encontramos personagens jovens. O livro trata da vida de velhos num lar de pessoas idosas. Conta-nos as histórias dos sonhos, desgostos e dores de homens e mulheres velhos que travam uma luta interior contra a rotina e o esquecimento das suas famílias. Mas é também um texto comovente e divertido com final feliz, visto que um dos velhos casa com uma companheira, sai do lar, e juntos descobrem o amor e constroem uma vida nova.
Publicado por Leya em 23/03/2012

Se Perguntarem por Mim, Digam que Voei

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Se Perguntarem Por Mim Digam que Voei é talvez o livro em que a autora mais se distancia dos modelos narrativos a que o romance juvenil nos habituou.Das vidas das várias mulheres que constituem o núcleo das personagens principais, retém-se sobretudo o fim da adolescência e a idade adulta.Ao longo de sucessivas gerações e de cerca de quatro décadas, acompanha-se as ligações entre duas casas de província que servem de cenário à quase totalidade da acção.Trata-se de uma narrativa de alguma complexidade, tendo por base uma sucessão de nomes femininos cuja perfeita articulação só se torna perceptível já em fase avançada do relato. É um teatro de amores e desamores, de submissões e fugas, de frustrações, ressentimentos e preconceitos. Para algumas personagens, escapar à atmosfera sufocante desse mundo provinciano e fechado é tarefa impossível. O sonho, por vezes a morte, são as únicas saídas.
Publicado por Leya em 27/02/2012

O Livro da Avo Alice

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Alice Vieira avisa-nos desde o início: "Isto não é o manual da boa avó." Não, nem pensar. O que vamos ler é o livro de uma avó moderna que fala para todas as avós modernas. Daquelas que amam os filhos e netos mas que se calhar ainda trabalham (e, quem sabe, até têm namorado). É um livro que nos convida a entrar numa casa onde só entram os Amigos. Onde no Verão a sala se transforma numa praia improvisada e vemos netos a chapinhar em piscinas insufláveis (debaixo de uma chuva de regador). O Livro da Avó Alice é um baú de surpresas, ouvem-se gargalhadas lá dentro, está cheio de magia e memórias. Todas as avós vão encontrar aqui algo que lhes pertence. Porque Alice Vieira fala para elas, partilha as suas histórias, alegrias e aflições - pois também ela foi neta, filha, mãe, mulher e sogra. E porque fala sempre, com humor e coração, de um mundo secreto que só as avós e os netos conhecem.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Caderno de Agosto

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Glória, uma adolescente, fala-nos da sua família e dos seus problemas. O pai, um conhecido psiquiatra, divorciou-se da mãe e casou-se com uma mulher muito mais nova e bastante snob.A mãe, Luísa, é uma professora de História que está há muito tempo a escrever uma tese de mestrado sobre D. Maria II e é incapaz de a acabar.Ao mesmo tempo, um amigo editor pede-lhe que escreva um romance de amor, coisa que ela faz, parando sempre que ela própria se apaixona. Glória inclui no seu Caderno de Agosto o romance de amor da mãe (que afinal não será de amor...).Caderno de Agosto é um romance para jovens (a partir dos 13 anos) notavelmente escrito, que, uma vez começado, não se consegue poisar.Embora o livro esteja cheio de humor e diálogos divertidos, é também um retrato dos estilos de vida da pequena e média burguesias de Lisboa nos anos 90.
Publicado por Leya em 27/02/2012

Pezinhos de Coentrada

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Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, ketchup. hambúrgueres e queijo, muito queijo..., mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! Pezinhos de Coentrada são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
Publicado por Leya em 28/02/2012
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