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Maria Moisés

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Uma das mais conhecidas e emblemáticas novelas de um dos maiores nomes da literatura portuguesa de sempre. Novela passional tipicamente camiliana, envolta num clima de mistério, Maria Moisés é composta por duas partes essenciais: na primeira, narra- se o amor trágico de Josefa da Lage, e, na segunda, a vida da sua filha, Maria Moisés, fruto de um amor proibido. O início da história é magistralmente dramático: na mesma noite em que Josefa da Lage é encontrada a morrer à beira-rio, uma criança é encontrada abandonada num cesto de vime, nesse mesmo rio. Criada por um fidalgo e suas irmãs, estes decidem chamar-lhe Maria Moisés, pela analogia óbvia com a história bíblica. Como estes não têm outros herdeiros, Maria Moisés acaba por herdar a quinta da família, e resolve tomar conta de outros enjeitados como ela. Infelizmente, na sua ânsia em ajudar os desfavorecidos, cai em dívidas e vê-se forçada a vender a propriedade. Um comprador acabará por aparecer e, mais do que solucionar os problemas financeiros da santa Moisés, irá dar um desfecho sublime a uma história que começou por ser trágica.
Publicado por Leya em 03/09/2013

A Opção Pela Espada

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No início da década de setenta tínhamos duas opções políticas claras e em oposição. Escolhi a que melhor representava o modo de vida que herdei de meus antepassados, que ajudaram com a liberdade da democracia, a construir uma Civilização que dava oportunidade para todos em função de sua capacidade de trabalho e não o nivelamento forçado do desejável mas utópico Socialismo. Esta Civilização tinha um inimigo em pleno ataque, por que esperar que ele viesse à nossa casa, ao nosso País? Por que não combatê-lo onde quer que estivesse? Com a força de minha juventude, optei pela luta, optei pela espada... O nosso planeta estava em plena guerra fria, eufemismo para designar o confronto quente, sangrento entre EUA e URSS, hipocritamente terceirizado e espalhado em dezenas de pequenas guerras aparentemente locais e vivíamos o paradoxo de assistir os EUA enfrentar e imiscuir-se em assuntos internos de aliados. O utopismo, optimismo ingênuo, desconhecimento histórico dos outros povos, faziam com que a administração Kennedy tropeçasse a cada passo dado em nome da autodeterminação dos povos, baseados em um conceito anticolonialista paternal e inconsequente, esquecidos que os EUA eram fruto da dominação colonial. Em busca do apoio africano na guerra fria, a nação mais poderosa da terra resolveu medir forças com países aliados, anticomunistas, mas que ainda mantinham suas colônias em África. Financiou e instigou o terrorismo bárbaro contra o colono branco, principalmente em Angola, colônia portuguesa onde, ao modelo das outras possessões lusas, vivia-se em paz e em progresso lento mas contínuo, sem a rapina que caracterizava outras nações colonialistas. O português, desde sempre com as costas voltadas para Europa, quase jogado ao mar pelo onipresente e único vizinho, Espanha, sentia-se mais africano que europeu em seu viver aventureiro, que o levou a construir um Império que chegava até a China. Salazar, um regente orgulhoso e com profunda noção histórica de Portugal no mundo, reagiu em força quando confrontado com os massacres da UPA de Holden Roberto no norte de Angola, recuperando o território em alguns meses, num notável feito de armas, dada a distância dos eventos e os poucos recursos com que contava. Em África, Ocidente e a Cortina de Ferro se defrontavam, com visível vitória da URSS, muitas vezes facilitada pela intervenção equivocada de Kennedy. E a guerra colonial portuguesa prolongou-se em três frentes, Guiné, Angola e Moçambique. Eram os valores ocidentais em jogo e foi neste palco de guerra que mergulhei sem pensar nas incongruências políticas, mas disposto unicamente a lutar o verdadeiro combate, destruir o inimigo onde estivesse e ocupar o terreno. Defender minha pátria, Brasil, em África! Aos 23 anos de idade era piloto militar e paraquedista, mas teria que aprender a lutar com os pés no chão, na Infantaria, se quisesse sobreviver... Lancei-me ao desafio e os anos que se seguiram suplantaram até os meus mais audaciosos sonhos. Da Força Aérea Brasileira a infante na Legião Estrangeira Francesa; de instrutor de Educação Física a chefe de Milícias na guerra colonial em Moçambique; de piloto de observação a comandante de um Grupo Blindado na guerra civil em Angola; de guerrilheiro a instrutor de comandos na Rhodesia; de agente de informações na Espanha a “escritor reacionário” em Portugal... Escapando de ciladas, perseguido como marginal perigoso me tornei novamente legionário, desta feita na ilha de Fuerteventura, nas costas do Sahara Espanhol. Era ciclo que se fechava, em oito anos de lutas, em dois continentes, em oito países, sob sete bandeiras.
Publicado por Clube de Autores em 18/01/2017
Detalhes sobre o arquivo: 299 páginas.

LAVRADOR DAS LETRAS

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Registos extraídos, com ligeiras alterações, da trilogia Relação de Bordo, de A Tabuada do Tempo e de Com Paulo Quintela à Mesa da Tertúlia. Exceptuam-se os dois discursos inéditos e excertos de uma conferência proferida, na Casa de Trás-os-Montes de Coimbra, em 26 de Maio de 1995.
Publicado por Leya em 20/05/2013
Detalhes sobre o arquivo: 299 páginas.
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