PDF sobre leandro karnal: 1 a 8 de 8 livros digitais em Português para o Kindle da pesquisa em BuscaPDF [am]

História dos estados unidos: das origens ao século XXI (Portuguese Edition)

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Como podem os Estados Unidos provocar tanto ódio, a ponto de muita gente no mundo ficar feliz com ataques suicidas de fanáticos contra eles? Como pode uma cultura influenciar tantas outras e ostentar, muitas vezes, um provincianismo digno de rincões escondidos no espaço e no tempo? Nação que absorveu mais imigrantes que nenhuma outra na história, que respeita as diferenças criando etiquetas para as minorias, que incorpora cientistas do mundo todo em suas melhores universidades, que espalhou para o mundo o cinema e o jazz, séries de tv e calças jeans, padrão de magreza anoréxica e de seios inflados; país que defendeu a democracia em "guerras justas" e atentou contra ela em invasões injustificáveis. é sobre esse fascinante país que trata este livro. Primeira e única obra feita com olhar brasileiro, foi escrita por quatro especialistas da área, passando longe da visão maniqueísta com que o tema comumente é tratado. Obra de referência, essencial para quem não é indiferente (gostando ou não) às influências que a terra do Tio Sam exerce sobre nós.
Publicado por: Editora Contexto | Data de publicação: 28/11/2012
Detalhes sobre o livro digital: Kindle Edition, 288 páginas

Conversas com um jovem professor (Portuguese Edition)

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O professor entra na escola e parece que nasceu para dar aula: sabe como lidar com os alunos, faz camaradagem com os colegas, dialoga com os pais. Nunca comete um deslize, passa muito bem o seu recado e todos o adoram. Será que nasceu sabendo ou foi aprendendo ao longo de alguns sucessos e outros tantos fracassos? Muitos são os livros que trazem teorias sobre a sala de aula, mas faltava um sobre a prática de ensinar. Não falta mais. Nestas “conversas” o leitor não encontrará citações de grandes obras, conhecerá experiências em classe. Tanto as que deram certo como as que fizeram o autor se arrepender depois. Professor com vasta experiência, dono de texto envolvente, Leandro Karnal discute os problemas cotidianos daqueles que lecionam: como dar aula, como corrigir provas, o que é necessário lembrar numa reunião com os pais. Em poucas palavras: como realmente lidar com as práticas escolares. Obra imprescindível para quem se aventura a ensinar.
Data de publicação: 01/05/2012
Detalhes sobre o livro digital: Kindle Edition, 123 páginas

Sistema Filosófico Espiritualista Ocidental (Portuguese Edition)

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No dia 16 de novembro de 2016, o Dicionário Oxford adicionou a palavra pós-verdade e elegeu este verbete como a "a palavra do ano de 2016".Cinco anos antes, porém, o sistema filosófico do escritor Daniel Aço já dissertava sobre a ideia básica de pós-verdade: a de que as crenças se sobrepõem, de certo modo, à evidência dos fatos e à razão.E este livro é a base da concepção de pós-verdade de Daniel Aço.Leia dois parágrafos do livro:"Ainda assim, desponta em minha mente uma constatação incrível: é mais factível provar a imortalidade da alma, pela aproximação de ondas eletromagnéticas e pelo uso de câmeras e aparelhos especiais em casas abandonadas, por exemplo, do que obter certezas irrefutáveis pelo estudo da ontologia filosófica. No campo da ontologia, TUDO, NADA e POUCA COISA são possíveis. O filósofo Sartre, por exemplo, acentuou o nada. Martin Heidegger, por sua vez, realçou o que ele chamou de Dasein (ser aí). No fim das contas, verdade seja dita à luz do espiritualismo, o senhor Sartre foi apenas um nada e o senhor Heidegger foi apenas um qualquer, um ser aí, ambos perdidos em filosofias redundantes, circulares e praticamente vazias. De igual modo, porque sempre os filósofos denunciam sua personalidade por meio de suas filosofias, Nietzsche julgou-se acima do bem e do mal e Hegel supunha ter acesso personalíssimo ao Absoluto (de esquizofrênico que era, razão pela qual merece mais a nossa compaixão).""De nada me envergonha ser espírita ou espiritualista, tampouco fosse eu maçom ou rosa-cruz. Envergonhar-me-ia, pelo contrário, esconder-me na filosofia da história de Hegel para justificar os crimes hediondos de um 'cristianismo' bárbaro, hipócrita e cruel."Daniel Aço é escritor, filósofo espiritualista e revisor de livros. Nasceu em 1976 e reside em Porto Alegre.Durante muito tempo, o autor definiu-se como um livre-pensador. Hoje, não abdicando de tal sólida definição destinada a bons pensadores ocidentais, o autor prefere ser um pensador livre. Quis a Providência que um homem com a força do aço fosse capaz de desvelar as verdades ditas neste livro, que em seu primeiro mês de vida já é traduzido ao Espanhol e ao Inglês (centenas de leitores já baixaram esta versão).Trata-se de uma obra ímpar, pois envolve um apanhado e uma crítica interpretação da Filosofia ocidental à luz dos postulados espíritas e do espiritualismo em geral. Daniel Aço é o primeiro a fazê-lo e o faz com a maestria que lhe é própria, lutando pela liberdade filosófica dos homens de boa vontade ante o presunçoso mundo acadêmico e os sistemas filosóficos consagrados.Embora o autor diga não se importar se seu trabalho é original e se venderá duas unidades ou vinte milhões de exemplares, a obra é sim inovadora, até porque expõe a pretensa superioridade dos filósofos ocidentais e insere a Doutrina Espírita no conhecimento do Ocidente.Sua linguagem é literária e há de tudo um pouco em suas páginas: literatura, religião, psicologia, metafísica, moral, espiritualidade, cabala, filosofia, política, sociologia, ufologia, ciência, causalidade, relatividade, energia, mediunidade, liberdade, carma, reencarnação, sátira, e por aí vai. Por fim, sendo um pouco biográfico, o livro pode até ser de autoajuda para quem o lê.Ninguém sai intocável da leitura deste livro, nem mesmo seus antagonistas. Quanto a estes, aliás, o autor pouco se importa - inclusive porque venderá sozinho mais exemplares do que todos eles juntos.E leia também: " Memórias filosóficas póstumas de Daniel Aço ".DETALHE: Um leitor inglês já deu nota máxima à tradução deste livro na Amazon inglesa. Seu comentário foi simplesmente este: ÓTIMO !
Autoria: Daniel Aço
Data de publicação: 15/12/2014
Detalhes sobre o livro digital: Kindle Edition, 86 páginas

Memórias filosóficas póstumas de Daniel Aço (Portuguese Edition)

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BOMBA: este ensaio é mais impactante do que qualquer delação premiada no Brasil!Depois destas linhas, o mundo acadêmico não será mais o mesmo!Entenda o que é e como funciona a Nova Inquisição! Termos e assuntos deste ensaio: memórias póstumas, aberração educacional, usurpação da metafísica, patologia do intelectualismo, demência dos filósofos, caráter das universidades e dos filósofos, ensino laico, síndrome do pânico, desonestidade, vagabundagem profissional, ilegalidade, Lula e a Polícia Federal, violência pedagógica, traseiro gordo de Martin Heidegger, arrogância e demência gaúchas, a Companhia e a Nova Inquisição.Se o memorável Voltaire tivesse nascido na província e na data em que o filósofo e escritor Daniel Aço nasceu, se houvesse trilhado o mesmo caminho filosófico que este pensador brasileiro trilhou, certamente assinaria o ensaio agora apresentado. À semelhança de Voltaire, Descartes e José Ortega y Gasset, apenas para citar três gigantes da Filosofia ocidental – quiçá ainda sem o devido reconhecimento –, Daniel Aço também estudou Filosofia em meio a personagens e à dogmática da Companhia que os três gigantes igualmente conheceram. À semelhança do trio fabuloso, o filósofo e escritor brasileiro também sentiu repulsa pelos “ensinamentos” recebidos, hoje expressando a sua posição nestas páginas. Neste ensaio literário e autobiográfico, o autor expressa mais do que as barbaridades que encontrou ao ter estudado Filosofia num país recentemente saído da Idade Média, embora com a arrogância de se achar desenvolvido na área da educação e em outras tantas. O autor vai além de denunciar a vagabundagem, a velhacaria e o mau-caratismo dos filósofos brasileiros, que seguem ilhados nas falsas e indevidas cientificidades do positivismo, do neopositivismo, do pós-hegelianismo, entre outras. Ele dá uma ideia sobre o que pensa da Filosofia ocidental e dá pistas aos leitores sobre onde podem saber mais a respeito de sua visão – que não é a dele somente, é a do mundo civilizado e da espiritualidade ocidentais.Daniel Aço tem orgulho de ser um “herege”, um estranho no ninho da Filosofia, tal como, por exemplo, o foram os livres-pensadores do trio fabuloso. O autor deste ensaio não pretende entrar para a história do mundo nem ser reconhecido pelo Universo. Quer apenas lançar uma pouco de luz onde a escuridão é fartamente semeada. Vale a pena ler, comentar e conferir. E lembre-se de Voltaire: “Posso não concordar com uma única palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-las”.Já traduzido à língua inglesa!
Autoria: Daniel Aço
Data de publicação: 08/02/2016
Detalhes sobre o livro digital: Kindle Edition, 18 páginas

A Pronúncia do Inglês Americano - com todas as 1.000 regras da fonologia inglesa (Portuguese Edition)

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ATENÇÃO: Na compra deste eBook de 230 páginas você pode solicitar grátis o Livro de Testes, em PDF, com 200 Questões Comentadas. Entre em contato com o autor para maiores informações: fabiobragadealencar@gmail.com 4 motivos para se falar inglês com as Regras de Pronúncia: 1) 60% do dicionário de inglês contêm palavras de fácil tradução, pois a escrita é bem parecida ou idêntica à do nosso vocabulário em português, têm origens greco-latinas e francesas, incluindo as orientais. São elas: BIOLOGY, THERAPY, IMITATE, PREDATOR, EXTEMPORANEITY, KARATE, IDENTIFY, SOBRIETY, ALCOHOL, CONTINUITY, DECAHEDRAL, GARAGE, CACHÉ, ATHEISM e MYOPIA. Imagine-se recorrendo ao dicionário de inglês 600 mil vezes para, em vão, tentar memorizar, os sons de 600 mil palavras já sabendo que não conseguirá se lembrar das pronúncias delas no futuro assim como não conseguirá se lembrar de 600.000 números de telefones nunca. 1 a 0 para as REGRAS. 2) A leitura de um texto em inglês requer muita habilidade da fala e muito conhecimento da fonologia inglesa. Mas sempre surgem no texto vocábulos que nunca vimos e jamais ouvimos, o que complica bastante na hora de pronunciá-los. Nos Estados Unidos, por exemplo, locutores noticiaristas toda hora precisam ir ao dicionário a fim de escrever em um papel os sons das palavras difíceis do texto jornalístico. E se em 1 dia de trabalho houver 100 palavras difíceis, quanto tempo um radialista de lá perde no dicionário visando não cometer erro de pronúncia quando vai transmitir o boletim informativo para não ser demitido? 2 a 0 para as REGRAS. 3) Visão ampla do idioma inglês a partir de um moderno dicionário de fonologia, que traz em ordem alfabética os sons das LETRAS EM DESTAQUE, EM GRUPOS E EM AMBIENTES ORTOGRÁFICO-FONÊMICOS, os chamados SISTEMAS FONEMÁTICOS. Logicamente, aquele que dominar todos os sons ingleses através das regras de fonologia vai levar muito mais vantagem nos estudos, se for aluno, e se for professor de inglês, o aproveitamento das aulas bem como o custo-benefício será ainda maior. Além disso a comunicação pela voz será muito mais frequente pela internet do que através do teclado. Qual computador irá obedecer o comando de voz, em inglês, se a pronúncia de determinada palavra estiver errada? 3 a 0 para as REGRAS. 4) 1.000 Regras de Pronúncia do Inglês são fáceis de memorizar porque correspondem a 1.000 arquivos na memória, onde podemos colocar tanto os sons de cada regra como de suas exceções. Pois exceções e variações não passam de extensões de regra. Fazendo uma associação, abra o arquivo do Rio de Janeiro, consta no conjunto RJ ( Olimpíadas, Maracanã, Flamengo, Copacabana, Samba, Rocinha.... ) Assim são os conjuntos das Regras. E como a gente vê as regras de instante em instante nos textos em inglês não dá jamais para esquecer que na pasta da letra A contém os seguintes dados: No alfabeto soa ei,como em VITAMIN A, no prefixo inglês soa a de coisa, como em ABOUT, AROUND, AWAY, APIECE. Abrindo o arquivo de X vou me lembrar de seu som no alfabeto que é éks de anexo, como em X-RAY. No começo soa z de zebra, como em XANADU, XEROX, XENOPHOBIA. E da segunda letra em diante na palavra X soa ks de fixo, como em MEXICAN, BOX, EXERCISE. Nunca esqueceremos de que no sistema AEIOU + CONS 1 + E/I + VOG a vogal I soa i de mil, como em VIDEO, LINEAR, TRADITION, MATHEMATICIAN. O arquivo de WA diz que esse Grupo soa uó, como em SWAMP, WAS, WATER e SWAT. Em 2 anos se é possível chegar perto dos sons de 1 milhão de palavras em inglês, incluindo afixos, como já foi comprovado nas 2 mil horas/aula no curso de extensão e especialização em pronúncia do inglês ministrado pelo linguista e Prof. Fábio Alencar de Recife desde 2008. 4 a 0 para as regrasO BRASIL FALA INGLÊS COM AS 1.000 REGRAS DE PRONÚNCIA, E O SEU FILHO? E VOCÊ?
Autoria: F.B. Alencar
Publicado por: FBA books | Data de publicação: 02/09/2015
Detalhes sobre o livro digital: Kindle Edition, 18 páginas

A Filosofia de José Ortega y Gasset (Portuguese Edition)

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Em poucas e valiosas páginas, apresenta-se uma "síntese" do livre-pensamento e da filosofia de José Ortega y Gasset. Este ensaio, já traduzido para o espanhol, recebeu duas avaliações máximas por parte de leitores da Amazon.es e outra avaliação excelente por parte de um leitor da Amazon mexicana. Nesta, com frequência, aparece como a obra mais vendida em três categorias.Não há texto equivalente publicado no Brasil. Clique na capa para saber um pouco mais.Vale a pena conferir!E leia também: " Memórias filosóficas póstumas de Daniel Aço ".
Autoria: Daniel Aço
Data de publicação: 05/06/2015
Detalhes sobre o livro digital: Kindle Edition, 9 páginas

Contos Fora da Minha Pele: Quando o eu se rebela (Portuguese Edition)

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Tudo era silêncio, agonia e solidão, me restava apenas folhas em branco, caneta e a literatura como cura do mal sem remédio de viver. Somos muitos e tantos que nos perdemos entre labirintos folgados entre o que somos, o que pensamos ser e o que queremos ser. Esses contos vão apresentar ao leitor esta lacuna angustiante e até engraçada, para quem tiver coragem, de uma sorte de Sibila, a deusa grega que pede a Platão a vida eterna e esquece de pedir a juventude eterna, envelheceu de consciência e a figura putrefacta e eterna só pedia para morrer. Havia em mim um eu Sibila que envelheceu sem morrer e escrever estes contos o matou. É de cunho psicológico e agonia, personagens que não se encontram mais em seus papeis em que o fatalismo do dia-à-dia nos impõe como os cabelos brancos e as dores no joelho. O joelho de existir por vezes não dobra e a articulação de viver trava, há quem procure ajuda profissional, eu procuro o papel, meu psicanalista, parafraseando Hemingway. A pós-modernidade criou modelos e modas de viver, auto-ajuda que serve para tudo, mas não funciona para nada pois a vida não é reta e os caminhos são tão originais quanto digitais, vesti muito ternos que nunca me couberam e estes contos me trouxeram o dorso insuportável da liberdade, livrei-me dos meus eus que não me eram funcionais e não passavam de caricaturas menores do que podia ser. Texto bom é aquele que faz o espirito sangrar, cada um deles me deu uma hemorragia e ao passo que me renovava com um sangue mais rubro, mais vivo, mais tesudo pela vida e seus sabores, odores, dessabores, dores e gozos bebia da liberdade. Já que a vida não tem sentido real, nascemos perdidos, não sabemos para onde vamos e morremos, e estas são as únicas verdades dogmáticas da existência, todo resto são firulas de aliviar dor, paracetamol e morfina existencial, cabe a cada ser um mergulho profundo na sua piscina vazia de se encontrar, se aceitar, se receber e se perdoar; inventar a vida, não aquele que havia sonhado, mas a que mais lhe apraz. Não aceite modelos de viver, são apenas marketing de comportamento que não enxuga suas lágrimas na solidão, nem alivia sua dor da consciência de ser um intérprete de si mesmo. Quando comecei este livro tudo era silêncio e agonia, terminei e era o fim de Hamlet: “Tudo é silêncio”. Ao fim vi todos os ternos que vesti na estrada da vida e ficou o profundo orgulho ser apenas esta figura insignificante, putrefante, e muito satisfeita do resultado dessa miscelânea de línguas, países, culturas, livros, amores, mulheres, coxas e perfumes, sobrou apenas o que deu para ser e o que sobrou era melhor do que todas as pretensões que havia sonhado e interpretado para mim. Detesto gente bem resolvida, gente sem conflito invariavelmente é mentirosa, quero-as longe de mim e de seres bonzinhos fujo com fobia; não sou modelo, nem molde, sou eu e ser eu é uma das, se não, a maior conquista de uma vida. Contos Fora da Minha Pele para os que tem coragem!
Autoria: Edu França
Data de publicação: 28/05/2015
Detalhes sobre o livro digital: Kindle Edition, 97 páginas

O Poder das Crenças (Portuguese Edition)

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No dia 16 de novembro de 2016, o Dicionário Oxford adicionou a palavra pós-verdade e elegeu este verbete como a "a palavra do ano de 2016".Cinco anos antes, porém, o sistema filosófico do escritor Daniel Aço já dissertava sobre a ideia básica de pós-verdade: a de que as crenças se sobrepõem, de certo modo, à evidência dos fatos e à razão.E este ensaio é a base da concepção de pós-verdade de Daniel Aço.Trechos do ensaio:"Cada qual, seja cultural ou espiritualmente falando, é essencialmente um crente. Cada um crê inalienavelmente num repertório de coisas, seja de maneira rudimentar ou profunda, primitiva ou elevada, tosca ou sublime. Pode-se crer em tudo ou em nada, descrer de tudo ou nada. A rigor, qualquer coisa é possível e está passível de negação.""Como análise, esbocei um quadro em que as crenças humanas podem ser classificadas em quatro tipos: crenças religiosas, crenças filosóficas, crenças políticas e crenças do cotidiano."Obs.: Este ensaio é um capítulo de Sistema Filosófico Espiritualista Ocidental (Amazon, 2015, Daniel Aço).E leia também: " Memórias filosóficas póstumas de Daniel Aço ".
Autoria: Daniel Aço
Data de publicação: 05/08/2015
Detalhes sobre o livro digital: Kindle Edition, 9 páginas
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