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Na Ciranda Da Vida

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Na ciranda da vida, somos levados e trazidos pelo tempo, através das lembranças e aventuras de uma criança nascida no Rio de Janeiro, então Capital Federativa do Brasil, no ano de 1932. Esta menininha, criada em convivência com os avós, pais, irmãos, tias-avós, primos, amigos e vizinhos, que participaram de sua feliz infância, alcançou seus memoráveis oitenta e quatro anos de vivência e observações de sentimentos e momentos inesquecíveis em família, assim como de fatos históricos que ocorriam incessantemente mundo afora. Há um presente vivido nas lembranças do passado, emoldurado por valores e laços familiares afetivos, bem como a torrente incessante de fatos marcantes, por vezes incompreensíveis e inaceitáveis, como as guerras e epidemias avassaladoras de vidas, mas também das grandes descobertas que revolucionaram e alteraram significativamente, pensamentos e hábitos da humanidade, que cedeu gradativamente à compreensão de conceitos inusitados, devidamente apresentados pelo mais sábio dos oradores; o tempo. Tempos idos, de longas conversas sobre fatos passados pelos mais velhos, de dias tão intensos em conteúdo e, tantos outros, dedicados somente a enveredar-se em matas, rolar pela terra, subir em árvores para colher o fruto e saboreá-lo ali mesmo, onde o visionário divagava. Tempos em que as tarefas cotidianas findavam sob a luz do lampião para reiniciarem com o cantar do galo, que alegremente quebrava o silêncio da madrugada. Vislumbramos também, um futuro imaginário, mas real, belo e assustador, como adentrando no sonhar de Ícaro, rompendo o casulo sem asas, nascendo e morrendo incendiado, o Zeppelin voador. A valorização do conhecimento e reconhecimento aos anciãos, familiares e antepassados, é tão bem delineada, que ainda podemos acreditar, que aquela chave mágica que buscamos por toda uma existência, sempre esteve ali, bem à nossa frente e ao nosso dispor; nas faces, nos gestos, no lento caminhar e nas bondosas mãos, dos que alcançaram a tão memorável longevidade. O estímulo a composições literárias, seria mais eficaz, se todos tivessem acesso aos mínimos detalhes e histórias de vida de seus familiares, reescrevendo uma história real, porém diferenciada; em prol do bem e do futuro de toda a humanidade.
Publicado por Clube de Autores em 06/09/2016
Detalhes sobre o arquivo: 220 páginas.

Relatorio

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Detalhes sobre o arquivo: 220 páginas.

Museus para o Povo Português

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O Museu de Arte Popular e o discurso etnográfico do Estado Novo. Com a Exposição do Mundo Português e o chama­do Plano dos Centenários, desenvolvido a partir de 1937, surgiu a ideia, proposta por Luís Chaves, de criar museus regionais nas capitais de Distrito, com o intuito de guardar as memórias locais. Com o mesmo propósito, foram criados, ao longo da década de 40, pequenos museus rurais, nas Casas do Povo, que se desenvolveram um pouco por todo o país. A proximidade destas instituições às popula­ções não foi descurada, aproveitando-a para enalte­cer um ideal rural. Tudo isto, enquanto nascia na capital o Museu de Arte Popular, com raízes na grande exposição de 1940. A obra Museus para o Povo Português tenta refletir a componente ideológica que o Estado transportou para a criação deste tipo de museus, tomando o Mu­seu de Arte Popular como referência e a etnografia como elemento de união de todo o povo português, com diferenças, mas também com vários traços co­muns nas crenças, na religião e nos costumes.
Publicado por Imprensa da Universidade de Coimbra / Coimbra University Press em 01/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 188 páginas.

Dicionário mulheres de Alagoas ontem e hoje

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Inaugura uma nova perspectiva da história de Alagoas, oferecendo a devida visibilidade à presença ativa das mulheres, contribuindo para uma reavaliação crítica dos juízos de valor políticos e ideológicos que tem silenciado as mulheres.
Publicado por UFAL em 12/12/2017
Detalhes sobre o arquivo: 456 páginas.

Armazem de conhecimentos uteis, nas artes e officios

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Publicado em 12/12/2017
Detalhes sobre o arquivo: 434 páginas.

Artes do corpo

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Segundo volume da coleção 'Memória Afro-brasileira', 'Artes do Corpo' aborda o legado estético-artístico dos brasileiros de origem africana. As experiências de corpos subjugados e estigmatizados geram uma arte de caráter libertário e mesmo herético, em que o corpo se expressa na confluência de planos complementares - sagrado e profano, artístico e cotidiano, mito e rito - propondo uma fusão singular do sensível e do inteligível - orar com o corpo, dançar com a alma.
Publicado por Selo Negro em 12/12/2017
Detalhes sobre o arquivo: 252 páginas.

Artes plásticas na Semana de 22

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Publicada pela primeira vez em 1970, esta obra, ricamente ilustrada, chega à sua 5a edição, revista e ampliada, com atualização bibliográfica e acréscimo, no apêndice, de dois textos de época inéditos em livro. Referência obrigatória no estudo da história da arte brasileira, expõe o contexto que fez da Semana um divisor de águas no nosso panorama cultural.
Publicado por Editora 34 em 01/01/1998
Detalhes sobre o arquivo: 335 páginas.

São Paulo artes e etnias

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Publicado por UNESP em 12/12/2017
Detalhes sobre o arquivo: 438 páginas.

Três Artes

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Historia de uma família Paulistana iniciando-se na década de trinta e chegando até os dias de hoje. Uma família como tantas que atravessou tempos de grandes apuros e de grandes riquezas. O autor conta sua história com toda sinceridade e recheia a obra com algumas de suas poesias e algumas de suas receitas culinárias, já que tem descendência italiana e mineira. Literatura, Poesia e Culinária daí o título 3 artes.
Publicado por Clube de Autores em 12/12/2009
Detalhes sobre o arquivo: 332 páginas.

Projeto comédia popular brasileira da Fraternal Campanha de Artes e Malas-Artes (1993-2008): trajetória do ver, ouvir e imaginar

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O principal objetivo do presente trabalho é registrar e compreender a trajetória do Projeto Comédia Popular Brasileira (CPB) e, consequentemente, da Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes por meio das personagens criadas durante 15 anos de pesquisa estética (1993-2008). São objetos de análise os projetos específicos desenvolvidos a cada fase do Projeto CPB, suas respectivas peças e espetáculos, concepções de personagens, o trabalho e formação dos atores e a relação estabelecida com o alvo principal de sua vida teatral: o público. Em sua primeira fase (1993-1997) - VER, a Fraternal cria personagens-tipo brasileiras, influenciada pelos comediógrafos Martins Pena, Artur Azevedo e Ariano Suassuna, retomando o diálogo com os tipos fixos da commedia dell ́arte. Na segunda fase (1998-2001) - OUVIR, as personagens-tipo cedem o protagonismo às personagens inspiradas nas festas populares medievais, pautadas no estudo teórico de Mikhail Bakhtin. E, na terceira fase (2002-2008) - IMAGINAR, atores saltimbancos apresentam as personagens por meio da narração e da representação. Neste período, a Cia. aprofunda sua prática no jogo cênico estabelecido entre personagens, atores e narradores para a construção dramatúrgica e interpretativa de seus espetáculos, inspirada em Bertolt Brecht e Luigi Pirandello. A escolha de personagens como interlocutoras dos anseios e da história do povo brasileiro refletiu, desde o início, a específica visão de mundo e de cultura popular adotada pela Fraternal, referendada no ponto de vista contrário ao da classe dominante, o da classe dominada. Dario Fo (1999), Mikhail Bakhtin (1987), Walter Benjamin (1994) e Bertolt Brecht, pautados tanto no que concerne a uma apreensão da encenação e da interpretação cômica, quanto a seus posicionamentos críticos perante a atividade artística, foram essenciais à compreensão da trajetória da Cia.
Publicado por SciELO - Editora UNESP em 01/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 224 páginas.
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