PDF sobre Adeilson: 1 a 10 de 1838 arquivos da pesquisa em BuscaPDF [gl]

Escritores Adeilson Nogueira

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Machado de Assis escreveu 55 livros;Tobias Barreto escreveu 13 livros,Adeilson Nogueira escreveu (até o momento) 950 livros, com este, ora publicado.Esta é uma síntese da sua vida e da sua obra...
Autoria: Adeilson
Publicado por Clube de Autores (managed)
Detalhes sobre o arquivo: 63 páginas.

Os Anjos De LÍdice

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Em 1942, na Tchecoslováquia, as organizações da resistência promovem o assassínio de Reinhard Heydrich, governador nazista do protetorado da Boêmia. Em represália, os alemães destroem a aldeia de Lídice e chacinam seus habitantes.Após o assassinato e o desterro de toda a população, a cidade inteira foi demolida por explosivos e deixada apenas em terra, aplainada por tratores. Os alemães espalharam grãos e cevada pelo chão de toda a área para transformá-la em pasto e a riscaram dos mapas da Europa. Cerca de 173 homens de Lídice morreram no massacre alemão, 184 mulheres e 88 crianças foram deportadas para campos de concentração e lá foram mortas em câmaras de gás.Lídice tornou-se um símbolo da crueldade nazista durante a guerra e diversos países batizaram cidades e vilas com o seu nome, para que ela jamais fosse esquecida, como era a intenção de Adolf Hitler, inclusive no Brasil, nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.Em Uberlândia-MG, há um bairro batizado com o nomeLídice .Mulheres nascidas no pós-guerra também foram batizadas com o nome de Lídice por seus pais.Mesmo tendo sido totalmente apagada do mapa, Lídice foi novamente reconstruída e ampliada em 1949, a setecentos metros da área onde havia o vilarejo destruído pelos nazistas, mantido virgem como um campo santo e o terreno onde existiu é marcado apenas por um memorial - onde queima uma chama eterna - oficialmente denominado como monumento nacional pelo governo tcheco.
Autoria: Adeilson
Publicado por Clube de Autores (managed)
Detalhes sobre o arquivo: 45 páginas.

Santa Catharina

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Esta província, que é um desmembramento da de São Paulo, após o recebimento da parte de São Amaro e de São Vicente, compreende a ilha que lhe dá o nome, e um território de sessenta léguas de norte a sul no continente vizinho, considerando o Sahy, que a separa de São Paulo ao norte, até o Mampituba, que a divide da província do Rio Grande, no sul; no oeste tem as mesmas províncias, as cabeças da cordilheira, paralelamente ao mar, constituindo um limite desse lado. A sua maior largura não excede vinte léguas, ocupando a Beira-Mar ou a costa do mar, da maior parte da capitania de Santo Amaro; entre 25 ° 50e 29 ° 20de latitude sul.Um período de cento e vinte anos se passou sem que os donatários estabelecessem colonos na ilha de Santa Catharina, que há algum tempo tinha o nome de Ilha de Patos. O Rei João IV deu-a, no ano de 1654, a Francisco Dias Velho, que foi assassinado por um pirata inglês no momento em que o estabelecimento começou. Em consequência desse desastre, a ilha permaneceu por muito tempo em seu estado primitivo. Eventualmente, vários colonos dos Açores foram estabelecidos nela, ao custo da coroa.No começo do século XVI, a região que é hoje o estado catarinense era povoada pelos carijós, tribo do grupo tupi-guarani, catequizados (que instruíram-se e pacificaram-se no catolicismo romano) desde 1549.
Autoria: Adeilson
Publicado por Clube de Autores (managed)
Detalhes sobre o arquivo: 24 páginas.

SassÂnidas

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Um império estava em jogo enquanto dois exércitos se preparavam para o combate no deserto iraniano, manobrando ao som de gritos de comando, de cavalos resfolegantes e do estrépito de armas e armaduras. Nenhum relato detalhado da batalha daquele dia de 224 d.C. chegou até nós, mas os primeiros soldados de ambos os lados a entrar em ação foram provavelmente arqueiros montados em pôneis leves que galopavam em direção ao inimigo e depois davam meia-volta, enquanto lança¬vam uma chuva mortal de flechas. Quando um dos comandantes julgou ter enfra¬quecido suficientemente o adversário com essa tática, mandou sua cavalaria pesa¬da. E o oponente, vendo o início da carga, deu sem dúvida a mesma ordem; ambos sabiam o valor do ímpeto nesse momento crucial da batalha. Os cavaleiros, sobrecarregados com elmos e cotas de malha que podiam pesar até 40 quilos, aponta¬vam suas lanças e colocavam suas grandes montarias em marcha. Os cavalos, tam-bém pesadamente protegidos por cotas de malha, arrastavam-se por alguns metros até ganhar velocidade. Mas logo duas massas de homens e animais envoltos em fer¬ro, com lanças eriçadas, espadas e machados cintilando ao sol, corriam para uma estrondosa colisão. Uma das forças era liderada por Artabano V, soberano do Império Parto. Seu vas¬to e outrora poderoso domínio estava em jogo. O outro comandante era Ardachir, da pequena província de Pérsis, no interior do Irã, que em anos recentes havia for¬mado, pela força ou persuasão, uma coalizão de estados vassalos para rebelar-se contra seus senhores partos. O exército de Ardachir já batera Artabano duas vezes, mas em ambas as ocasiões os partos tinham conseguido se reerguer. Dessa vez, o persa resolveria definitivamente a questão. O impacto das forças rasgou o ar do deserto e derrubou os guerreiros de suas montarias. Logo o campo se transformou num emaranhado sangrento de homens e animais. À medida que o combate avançava, ficava clara a vitória de Ardachir. Então, no meio da confusão, parece que ele encontrou e atacou seu inimigo Artaba¬no — pelo menos, foi dessa maneira que mais tarde Ardachir mandou representar o evento numa escultura de pedra comemorativa de seu triunfo. Se a escultura esta¬va correta, Ardachir atacou a galope e atingiu Artabano com a lança, derrubando-o junto com o cavalo. De acordo com a tradição, continuaram a lutar a pé até que Ardachir matou Artabano a porretadas. Para não deixar dúvidas quanto ao resulta¬do, o persa mandou esfolar Artabano e expôs sua pele em um templo. Toda essa violência marcou a ascensão ao poder imperial de uma nova e dinâmi¬ca dinastia persa. Os Sassânidas — assim denominados em homenagem a Sassan, avô de Ardachir — iriam dominar com mão de ferro um território que se estenderia do golfo Pérsico ao mar Negro e da Síria ao Afeganistão. Apoiados numa religião estatal que conferia uma aura divina a sua autoridade, sustentados por um exército pronto para lutar contra inimigos civilizados ou hordas bárbaras, os soberanos da Pérsia direcionariam suas energias para a restauração da antiga glória do Império Persa, fundado há mais de sete séculos por Ciro, o Grande. Até certo ponto, tiveram êxito. Contudo, esse sucesso custou-lhes hostilidade implacável de seu vizinho do Ocidente, o Império Romano, uma hostilidade que após três séculos de guerra deixaria os antagonistas enfraquecidos e vulneráveis às incursões bárbaras. Do lado oriental, por sua vez, os Sassânidas viveriam numa espécie de simbiose com a India. Lá também surgiria um novo regime durante essa época. Para os persas, o longo e pacífico reinado da dinastia Gupta da índia daria a estabilidade necessária à fronteira entre os dois países. Ao mesmo tempo, as poderosas forças fronteiriças da Pérsia, que repeliam os ataques dos hunos a seus domínios, também protegiam, embora não intencionalmente, os Guptas dos bárbaros, que, de outra forma, poderiam penetrar no subcontinente indiano. Enquanto durasse a barreira persa, a notável cultura da Índia poderia florescer com tranquilidade. Assim, a Pérsia Sassânida e a India Gupta, cada uma a sua maneira, seguiriam um destino tornado possível pela vitória de Ardachir nas areias do deserto.
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Detalhes sobre o arquivo: 94 páginas.

MemÓrias

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Após publicar 70 (setenta) livros, 9.069 PÁGINAS, com 2.093.208 palavras, escrevendo contos, crônicas, poemas, editoriais, novelas, ensaios, biografias, discursos, etc, etc, etc, creio que chegou a hora de contar minha história. Não sei quando o livro da minha vida será fechado por Deus, da mesma forma que não sei até quando serei capaz de escrever. Não escrevo para o presente, escrevo para o futuro. A minha geração definitivamente está perdida e espero que não faça perderem-se as próximas. Não vou aqui apontar culpados, porque eles não existem. Sei que o conhecimento é um dom. Perdi a conta de quantas vezes, na minha infância, acordava no meio da noite com frases inteiras na cabeça. Por mais que tentasse voltar a dormir não conseguia enquanto não as escrevesse. Por este motivo, costumava dormir com papel e caneta sob o travesseiro. Assim nasceram meus primeiros escritos. Não os guardei, mas espero que algumas boas almas a quem fiz presente deles ainda os conservem. Saiba, leitor do futuro, que vivo em um mundo onde uma piada idiota contada por algum internauta imbecil tem mais importância do que um pensamento de Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski; onde “Academia de Letras” facilmente é confundida com “Academia de zumba ou de aeróbica”, muitas vezes pelos próprios “imortais”. Tudo tem o seu valor, é verdade, mas a única riqueza que definitivamente levaremos conosco, quando morrermos, não precisava ser tão massacrada... É como se esta geração tivesse a mais completa aversão pelo conhecimento. A palavra “cultura”, por exemplo, tornou-se tão vulgarizada que até um evento na praça com o único propósito de fumar maconha, cheirar cocaína e gritar ao som de pancadões ensurdecedores e incompreensíveis é considerado “cultura”, “cultura pop”. Não creio que, em sua definição, todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro, fosse capaz de caber em apenas alguns neurônios destroçados pela droga e, pior, apoiado pelo poder público. Mas vamos às minhas memórias...
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Detalhes sobre o arquivo: 91 páginas.

Destino Cruzado

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Uma história baseado em fatos reais. Coincidências do destino que cruzam fatos em várias regiões do país, em momentos diferentes, com pessoas que estão se encontrando e interagindo em etapas de suas vidas que altera o seu tempo, sua forma de viver, o seu caráter, fazendo acontecer, trazendo um diferencial, mudando a história um do outro. Destino Cruzado conta uma ficção diferente, porém, baseado em fatos reais. Adeilson foi um garoto que teve o pai assassinado aos 5 anos de idade, e sua mãe saiu do lugar mais pobre de Minas com os filhos. Pediu esmolas na metrópole de Belo Horizonte, depois em São Paulo e foi parar em Iocatã, onde se tornou um jovem cortador de cana, um Bóia-fria. Sampaio era um garoto de uma família de fazendeiros dono de um lugar conhecido como Vale do Diamantes. O avô foi assassinado quando ele tinha 5 anos de idade. As terras foram tomadas a força por um grileiro italiano que os expulsaram do seu lugar. A família foi para a cidade, onde se começou uma nova escalada. Diversas etapas são narradas, entre entre tumultos, Glamour, exclusão, a natureza aventureira, o rapaz inteligente, sonhador, o mundo diferente e o faz viver em fases diversas envolto em alegria e tristeza, trabalho, viagens, processos, prisão; até que o destino o leva para Iocatã, onde conhece Mirtes com que se casa. Ambos - Adeilson e Sampaio - se juntam com Mailson, um rapaz de família tradicional de Iocatã e os três formam uma empresa que vira sucesso em todo o país. Na política o grupo segue uma carreira de sucesso, sendo que Adeilson vira vereador, vice prefeito e Deputado Estadual. Em contrapartida surge grupos políticos que o tentam derrubá-los e evitar a chegada ao poder. É nessa plataforma que intrigas, golpes, prisões, ameaças, entre muitos eventos a história se desenvolve. O mais interessante e surpreendente são as coincidências que mostram claramente que entre as pessoas dessa história o Destino já estava cruzado.
Autoria: Cesar Lima
Publicado por Clube de Autores em 04/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 368 páginas.

Imperium

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Neste volume, 96 imperadores romanos são apresentados ao leitor. Eles controlaram o Império Romano até a queda do Império do Ocidente. Diferentemente do que o senso comum sugere, Júlio César nunca foi príncipe e portanto não é considerado imperador romano, ainda que tivesse sido nomeado Cônsul vitalício em 45 a.C. (apesar de terem existido outros ditadores romanos antes dele) e, ainda, apesar de alguns historiadores romanos assim o designarem. Por outro lado, o nome César tornou-se nome de família da primeira dinastia, sendo usado como um título, mantendo-se essa tradição por todo o império. Suetónio, por exemplo, fala dos Doze Césares, incluindo as duas primeiras dinastias e o próprio Júlio César, que sem o ter sido era já, quase lendariamente, o primeiro imperador romano. A dinastia júlio-claudiana foi a primeira dinastia de imperadores do Império Romano. O nome deriva do apelido de Augusto, pertencente à família Júlia, e de Tibério, um Cláudio de nascimento subsequentemente adotado. Os sucessores de Augusto são conhecidos como a dinastia júlio-claudiana (que inclui ele próprio), devido aos casamentos idealizados por ele entre a sua família, os Júlios, e os patrícios Cláudios. Nos primeiros anos do reinado de Tibério, não houve grandes mudanças políticas ou organizativas em relação aos princípios estabelecidos por Augusto. No entanto, com o passar do tempo, a instabilidade surgiu dentro da própria família imperial. Tibério tornou-se paranoico com possíveis conspirações e tentativas de golpe de estado, chegando, em 26 d.C., a retirar-se para a ilha de Capri de onde governou por procuração até ao fim da vida. Em consequência, mandou matar ou executar grande parte da sua família e senadores de destaque, provocando uma sensação de desconforto generalizada. E muito mais...
Publicado por Clube de Autores (managed) em 04/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 600 páginas.

Jihad

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Ostensivelmente eles afirmam estar seguindo o Alcorão e os ensinamentos do Profeta, mas seu método equivale a uma escolha de fontes de estudo para chegarem a uma conclusão que foi decidida de antemão. É enganoso apresentar Bin Laden, e outros como ele, enquanto homens mergulhados em sua tradição religiosa levam os ensinamentos do Islã às suas conclusões lógicas. Para falar sobre madrasahs , que é simplesmente a palavra escola , é importante notar que os terroristas que afirmam lutar em nome do Islã hoje são quase inteiramente educados em medicina, engenharia, matemática, informática, etc ... É impressionante como os não-graduados da madrasah reconhecem-se como islâmicos e estão entre as fileiras dos terroristas. Não é difícil entender: Qualquer pessoa que esteja exposta à lei tradicional estabelecida nunca poderá, com honestidade e boa consciência, concluir que os não-combatentes são alvos legítimos ou que outros muçulmanos se tornam incrédulos por simples desacordo com uma certa interpretação do Islã. Na verdade, estar imerso na tradição da lei islâmica é a melhor inoculação contra o uso ilegal da força. O islamismo tradicional não reconheceu e não reconhecerá o engenheiro civil (Bin Laden) ou um médico (Ayman al-Zawahiri) como competentes para decidir as regras do combate. Aqueles que os seguem fazem por outros motivos, ou são muito enganados quanto à ortodoxia de seus líderes. Destruídos por preceitos, seja por ignorância ou desautorização, essas iniciações rebeldes são livres para perseguir seus objetivos não restritos pela moralidade ou pela justiça. Este é o triste legado do modernismo e do literalismo puritano: ao buscar a reforma do Islã, eles jogam o bebê com a água do banho , perdendo os controles naturais contra a agressão e a injustiça no processo de divulgação dos aspectos da tradição que eles acham inútil para seus projetos. Embora não advindo tais abusos, os modistas e os literalistas puritanos deixam a porta aberta à violação dos direitos humanos básicos nas mãos dos takfiris e dos fundamentalistas seculares. O modernismo não criou Hitler, mas eliminou as barreiras, religiosas e culturais, o que tornaria impossível a sua ascensão. O literalismo puritano não criou Bin Laden, mas enfraqueceu o sistema imunológico, por assim dizer, da sociedade islâmica, deixando alguns dentro dele suscetíveis ao contágio. Ao marginalizar o islã tradicional, dominante, não se limpa o veneno. Como com qualquer religião ou sistema de lei, quando se trata da guerra islâmica há o ágape entre o ideal e sua aplicação no mundo.
Publicado por Clube de Autores (managed) em 04/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 67 páginas.

Charles I

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O Reino da Hungria foi uma monarquia na Europa Central que existiu desde a Idade Média até o século XX (1000-1946, com exceção de 1918-1920). O Principado da Hungria surgiu como um reino cristão após a coroação do primeiro rei Estêvão I em Esztergom por volta do ano 1000; sua família (a dinastia Árpád) liderou a monarquia por 300 anos. No século XII, o reino tornou-se uma potência média européia no mundo ocidental. Devido à ocupação otomana dos territórios centrais e meridionais da Hungria no século 16, o país foi dividido em três partes: a Hungria Real dos Habsburgos, a Hungria Otomana e o Principado semi-independente da Transilvânia. A Casa de Habsburgo manteve o trono húngaro após a Batalha de Mohács até 1918 e também desempenhou um papel fundamental nas guerras de libertação contra o Império Otomano.De 1867 territórios ligados à coroa húngara foram incorporados na Áustria-Hungria sob o nome de Terras da Coroa de Santo Estêvão . A monarquia terminou com a deposição do último rei Carlos IV em 1918, após o qual a Hungria se tornou uma república. O reino foi nominalmente restaurado durante a Regência de 1920-46, terminando sob a ocupação soviética em 1946.O Reino da Hungria foi um estado multi-étnico desde a sua criação até que o Tratado de Trianon e cobria o que é hoje a Hungria, a Polónia, a Eslováquia, a Transilvânia e outras partes do que é hoje a Roménia, Cárpatos Ruthenia (agora parte da Ucrânia), Vojvodina (agora parte da Sérvia ), Burgenland (agora parte da Áustria) e outros territórios menores que cercam as fronteiras atuais da Hungria. De 1102 incluiu também a Croácia, estando em união pessoal com ele, unidos sob o rei da Hungria.As formas latinas Regnum Hungariae ou Ungarie (Regnum significando reino); Regnum Marianum (Reino de Maria); ou simplesmente Hungaria, foram os nomes usados em documentos oficiais em latim desde o começo do reino até a década de 1840.
Autoria: Adeilson
Publicado por Clube de Autores (managed) em 04/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 35 páginas.

Ensaios sobre Língua e Literatura

books.google.com.br/books?id=kJaik75vDskC&dq=Adeilson...
Publicado por UFAL em 04/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 35 páginas.
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