PDF sobre Adeilson: 1 a 10 de 1304 arquivos da pesquisa em BuscaPDF [gl]

Escritores Adeilson Nogueira

https://play.google.com/store/books/details?id=4yF6DwAAQBAJ&...
Machado de Assis escreveu 55 livros;Tobias Barreto escreveu 13 livros,Adeilson Nogueira escreveu (até o momento) 950 livros, com este, ora publicado.Esta é uma síntese da sua vida e da sua obra...
Autoria: Adeilson
Publicado por Clube de Autores (managed)
Detalhes sobre o arquivo: 63 páginas.

A Visita do Amor - A Historia de Zaqueu

https://play.google.com/store/books/details?id=SR8zDwAAQBAJ&...
Conheça a história de Zaqueu, um cobrador de impostos que, por causa de sua profissão, era odiado por todos em Jericó. A Páscoa chegou e trouxe Jesus, o “Mestre” — um homem amável e bondoso que fazia milagres, ajudava os pobres e miseráveis e que, devido à fé e ao arrependimen-to de Zaqueu, trouxe a salvação à sua casa.
Publicado por FEB Editora em 29/08/2017
Detalhes sobre o arquivo: 63 páginas.

Os Anjos De LÍdice

https://play.google.com/store/books/details?id=fxl6DwAAQBAJ&...
Em 1942, na Tchecoslováquia, as organizações da resistência promovem o assassínio de Reinhard Heydrich, governador nazista do protetorado da Boêmia. Em represália, os alemães destroem a aldeia de Lídice e chacinam seus habitantes.Após o assassinato e o desterro de toda a população, a cidade inteira foi demolida por explosivos e deixada apenas em terra, aplainada por tratores. Os alemães espalharam grãos e cevada pelo chão de toda a área para transformá-la em pasto e a riscaram dos mapas da Europa. Cerca de 173 homens de Lídice morreram no massacre alemão, 184 mulheres e 88 crianças foram deportadas para campos de concentração e lá foram mortas em câmaras de gás.Lídice tornou-se um símbolo da crueldade nazista durante a guerra e diversos países batizaram cidades e vilas com o seu nome, para que ela jamais fosse esquecida, como era a intenção de Adolf Hitler, inclusive no Brasil, nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.Em Uberlândia-MG, há um bairro batizado com o nomeLídice .Mulheres nascidas no pós-guerra também foram batizadas com o nome de Lídice por seus pais.Mesmo tendo sido totalmente apagada do mapa, Lídice foi novamente reconstruída e ampliada em 1949, a setecentos metros da área onde havia o vilarejo destruído pelos nazistas, mantido virgem como um campo santo e o terreno onde existiu é marcado apenas por um memorial - onde queima uma chama eterna - oficialmente denominado como monumento nacional pelo governo tcheco.
Autoria: Adeilson
Publicado por Clube de Autores (managed) em 29/08/2017
Detalhes sobre o arquivo: 45 páginas.

SassÂnidas

https://play.google.com/store/books/details?id=O7t5DwAAQBAJ&...
Um império estava em jogo enquanto dois exércitos se preparavam para o combate no deserto iraniano, manobrando ao som de gritos de comando, de cavalos resfolegantes e do estrépito de armas e armaduras. Nenhum relato detalhado da batalha daquele dia de 224 d.C. chegou até nós, mas os primeiros soldados de ambos os lados a entrar em ação foram provavelmente arqueiros montados em pôneis leves que galopavam em direção ao inimigo e depois davam meia-volta, enquanto lança¬vam uma chuva mortal de flechas. Quando um dos comandantes julgou ter enfra¬quecido suficientemente o adversário com essa tática, mandou sua cavalaria pesa¬da. E o oponente, vendo o início da carga, deu sem dúvida a mesma ordem; ambos sabiam o valor do ímpeto nesse momento crucial da batalha. Os cavaleiros, sobrecarregados com elmos e cotas de malha que podiam pesar até 40 quilos, aponta¬vam suas lanças e colocavam suas grandes montarias em marcha. Os cavalos, tam-bém pesadamente protegidos por cotas de malha, arrastavam-se por alguns metros até ganhar velocidade. Mas logo duas massas de homens e animais envoltos em fer¬ro, com lanças eriçadas, espadas e machados cintilando ao sol, corriam para uma estrondosa colisão. Uma das forças era liderada por Artabano V, soberano do Império Parto. Seu vas¬to e outrora poderoso domínio estava em jogo. O outro comandante era Ardachir, da pequena província de Pérsis, no interior do Irã, que em anos recentes havia for¬mado, pela força ou persuasão, uma coalizão de estados vassalos para rebelar-se contra seus senhores partos. O exército de Ardachir já batera Artabano duas vezes, mas em ambas as ocasiões os partos tinham conseguido se reerguer. Dessa vez, o persa resolveria definitivamente a questão. O impacto das forças rasgou o ar do deserto e derrubou os guerreiros de suas montarias. Logo o campo se transformou num emaranhado sangrento de homens e animais. À medida que o combate avançava, ficava clara a vitória de Ardachir. Então, no meio da confusão, parece que ele encontrou e atacou seu inimigo Artaba¬no — pelo menos, foi dessa maneira que mais tarde Ardachir mandou representar o evento numa escultura de pedra comemorativa de seu triunfo. Se a escultura esta¬va correta, Ardachir atacou a galope e atingiu Artabano com a lança, derrubando-o junto com o cavalo. De acordo com a tradição, continuaram a lutar a pé até que Ardachir matou Artabano a porretadas. Para não deixar dúvidas quanto ao resulta¬do, o persa mandou esfolar Artabano e expôs sua pele em um templo. Toda essa violência marcou a ascensão ao poder imperial de uma nova e dinâmi¬ca dinastia persa. Os Sassânidas — assim denominados em homenagem a Sassan, avô de Ardachir — iriam dominar com mão de ferro um território que se estenderia do golfo Pérsico ao mar Negro e da Síria ao Afeganistão. Apoiados numa religião estatal que conferia uma aura divina a sua autoridade, sustentados por um exército pronto para lutar contra inimigos civilizados ou hordas bárbaras, os soberanos da Pérsia direcionariam suas energias para a restauração da antiga glória do Império Persa, fundado há mais de sete séculos por Ciro, o Grande. Até certo ponto, tiveram êxito. Contudo, esse sucesso custou-lhes hostilidade implacável de seu vizinho do Ocidente, o Império Romano, uma hostilidade que após três séculos de guerra deixaria os antagonistas enfraquecidos e vulneráveis às incursões bárbaras. Do lado oriental, por sua vez, os Sassânidas viveriam numa espécie de simbiose com a India. Lá também surgiria um novo regime durante essa época. Para os persas, o longo e pacífico reinado da dinastia Gupta da índia daria a estabilidade necessária à fronteira entre os dois países. Ao mesmo tempo, as poderosas forças fronteiriças da Pérsia, que repeliam os ataques dos hunos a seus domínios, também protegiam, embora não intencionalmente, os Guptas dos bárbaros, que, de outra forma, poderiam penetrar no subcontinente indiano. Enquanto durasse a barreira persa, a notável cultura da Índia poderia florescer com tranquilidade. Assim, a Pérsia Sassânida e a India Gupta, cada uma a sua maneira, seguiriam um destino tornado possível pela vitória de Ardachir nas areias do deserto.
Publicado por Clube de Autores (managed) em 29/08/2017
Detalhes sobre o arquivo: 94 páginas.

Desafios Da Lingua, Os

books.google.com.br/books?id=MmS_148gNWYC&dq=Adeilson...
Este livro tem como objetivo divulgar estudos que vêm sendo realizados, possibilitando aos leitores uma reflexão acerca de questões em diferentes domínios da Linguística e áreas afins.
Publicado por UFAL em 29/08/2017
Detalhes sobre o arquivo: 578 páginas.

O Pobre Homem Que Distribuía Riquezas

https://play.google.com/store/books/details?id=Rs6cDwAAQBAJ&...
Um homem simples que sente a dor dos necessitados e tenta mudar a frieza do coração das pessoas, inicia uma campanha de arrecadação para caridade. No caminho vai fazendo amigos e fortalecendo a ideia do amor ao próximo. Na sociedade há leves conflitos entre idealistas e políticos.
Autoria: Rogerio Silva
Publicado por Clube de Autores (managed) em 29/08/2017
Detalhes sobre o arquivo: 578 páginas.

Santa Catharina

https://play.google.com/store/books/details?id=Vcx5DwAAQBAJ&...
Esta província, que é um desmembramento da de São Paulo, após o recebimento da parte de São Amaro e de São Vicente, compreende a ilha que lhe dá o nome, e um território de sessenta léguas de norte a sul no continente vizinho, considerando o Sahy, que a separa de São Paulo ao norte, até o Mampituba, que a divide da província do Rio Grande, no sul; no oeste tem as mesmas províncias, as cabeças da cordilheira, paralelamente ao mar, constituindo um limite desse lado. A sua maior largura não excede vinte léguas, ocupando a Beira-Mar ou a costa do mar, da maior parte da capitania de Santo Amaro; entre 25 ° 50e 29 ° 20de latitude sul.Um período de cento e vinte anos se passou sem que os donatários estabelecessem colonos na ilha de Santa Catharina, que há algum tempo tinha o nome de Ilha de Patos. O Rei João IV deu-a, no ano de 1654, a Francisco Dias Velho, que foi assassinado por um pirata inglês no momento em que o estabelecimento começou. Em consequência desse desastre, a ilha permaneceu por muito tempo em seu estado primitivo. Eventualmente, vários colonos dos Açores foram estabelecidos nela, ao custo da coroa.No começo do século XVI, a região que é hoje o estado catarinense era povoada pelos carijós, tribo do grupo tupi-guarani, catequizados (que instruíram-se e pacificaram-se no catolicismo romano) desde 1549.
Autoria: Adeilson
Publicado por Clube de Autores (managed) em 29/08/2017
Detalhes sobre o arquivo: 24 páginas.

Destino Cruzado

https://play.google.com/store/books/details?id=wNVJBQAAQBAJ&...
Uma história baseado em fatos reais. Coincidências do destino que cruzam fatos em várias regiões do país, em momentos diferentes, com pessoas que estão se encontrando e interagindo em etapas de suas vidas que altera o seu tempo, sua forma de viver, o seu caráter, fazendo acontecer, trazendo um diferencial, mudando a história um do outro. Destino Cruzado conta uma ficção diferente, porém, baseado em fatos reais. Adeilson foi um garoto que teve o pai assassinado aos 5 anos de idade, e sua mãe saiu do lugar mais pobre de Minas com os filhos. Pediu esmolas na metrópole de Belo Horizonte, depois em São Paulo e foi parar em Iocatã, onde se tornou um jovem cortador de cana, um Bóia-fria. Sampaio era um garoto de uma família de fazendeiros dono de um lugar conhecido como Vale do Diamantes. O avô foi assassinado quando ele tinha 5 anos de idade. As terras foram tomadas a força por um grileiro italiano que os expulsaram do seu lugar. A família foi para a cidade, onde se começou uma nova escalada. Diversas etapas são narradas, entre entre tumultos, Glamour, exclusão, a natureza aventureira, o rapaz inteligente, sonhador, o mundo diferente e o faz viver em fases diversas envolto em alegria e tristeza, trabalho, viagens, processos, prisão; até que o destino o leva para Iocatã, onde conhece Mirtes com que se casa. Ambos - Adeilson e Sampaio - se juntam com Mailson, um rapaz de família tradicional de Iocatã e os três formam uma empresa que vira sucesso em todo o país. Na política o grupo segue uma carreira de sucesso, sendo que Adeilson vira vereador, vice prefeito e Deputado Estadual. Em contrapartida surge grupos políticos que o tentam derrubá-los e evitar a chegada ao poder. É nessa plataforma que intrigas, golpes, prisões, ameaças, entre muitos eventos a história se desenvolve. O mais interessante e surpreendente são as coincidências que mostram claramente que entre as pessoas dessa história o Destino já estava cruzado.
Autoria: Cesar Lima
Publicado por Clube de Autores em 04/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 368 páginas.

Imperium

https://play.google.com/store/books/details?id=SBR6DwAAQBAJ&...
Neste volume, 96 imperadores romanos são apresentados ao leitor. Eles controlaram o Império Romano até a queda do Império do Ocidente. Diferentemente do que o senso comum sugere, Júlio César nunca foi príncipe e portanto não é considerado imperador romano, ainda que tivesse sido nomeado Cônsul vitalício em 45 a.C. (apesar de terem existido outros ditadores romanos antes dele) e, ainda, apesar de alguns historiadores romanos assim o designarem. Por outro lado, o nome César tornou-se nome de família da primeira dinastia, sendo usado como um título, mantendo-se essa tradição por todo o império. Suetónio, por exemplo, fala dos Doze Césares, incluindo as duas primeiras dinastias e o próprio Júlio César, que sem o ter sido era já, quase lendariamente, o primeiro imperador romano. A dinastia júlio-claudiana foi a primeira dinastia de imperadores do Império Romano. O nome deriva do apelido de Augusto, pertencente à família Júlia, e de Tibério, um Cláudio de nascimento subsequentemente adotado. Os sucessores de Augusto são conhecidos como a dinastia júlio-claudiana (que inclui ele próprio), devido aos casamentos idealizados por ele entre a sua família, os Júlios, e os patrícios Cláudios. Nos primeiros anos do reinado de Tibério, não houve grandes mudanças políticas ou organizativas em relação aos princípios estabelecidos por Augusto. No entanto, com o passar do tempo, a instabilidade surgiu dentro da própria família imperial. Tibério tornou-se paranoico com possíveis conspirações e tentativas de golpe de estado, chegando, em 26 d.C., a retirar-se para a ilha de Capri de onde governou por procuração até ao fim da vida. Em consequência, mandou matar ou executar grande parte da sua família e senadores de destaque, provocando uma sensação de desconforto generalizada. E muito mais...
Publicado por Clube de Autores (managed) em 04/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 600 páginas.

Jihad

https://play.google.com/store/books/details?id=E7p5DwAAQBAJ&...
Ostensivelmente eles afirmam estar seguindo o Alcorão e os ensinamentos do Profeta, mas seu método equivale a uma escolha de fontes de estudo para chegarem a uma conclusão que foi decidida de antemão. É enganoso apresentar Bin Laden, e outros como ele, enquanto homens mergulhados em sua tradição religiosa levam os ensinamentos do Islã às suas conclusões lógicas. Para falar sobre madrasahs , que é simplesmente a palavra escola , é importante notar que os terroristas que afirmam lutar em nome do Islã hoje são quase inteiramente educados em medicina, engenharia, matemática, informática, etc ... É impressionante como os não-graduados da madrasah reconhecem-se como islâmicos e estão entre as fileiras dos terroristas. Não é difícil entender: Qualquer pessoa que esteja exposta à lei tradicional estabelecida nunca poderá, com honestidade e boa consciência, concluir que os não-combatentes são alvos legítimos ou que outros muçulmanos se tornam incrédulos por simples desacordo com uma certa interpretação do Islã. Na verdade, estar imerso na tradição da lei islâmica é a melhor inoculação contra o uso ilegal da força. O islamismo tradicional não reconheceu e não reconhecerá o engenheiro civil (Bin Laden) ou um médico (Ayman al-Zawahiri) como competentes para decidir as regras do combate. Aqueles que os seguem fazem por outros motivos, ou são muito enganados quanto à ortodoxia de seus líderes. Destruídos por preceitos, seja por ignorância ou desautorização, essas iniciações rebeldes são livres para perseguir seus objetivos não restritos pela moralidade ou pela justiça. Este é o triste legado do modernismo e do literalismo puritano: ao buscar a reforma do Islã, eles jogam o bebê com a água do banho , perdendo os controles naturais contra a agressão e a injustiça no processo de divulgação dos aspectos da tradição que eles acham inútil para seus projetos. Embora não advindo tais abusos, os modistas e os literalistas puritanos deixam a porta aberta à violação dos direitos humanos básicos nas mãos dos takfiris e dos fundamentalistas seculares. O modernismo não criou Hitler, mas eliminou as barreiras, religiosas e culturais, o que tornaria impossível a sua ascensão. O literalismo puritano não criou Bin Laden, mas enfraqueceu o sistema imunológico, por assim dizer, da sociedade islâmica, deixando alguns dentro dele suscetíveis ao contágio. Ao marginalizar o islã tradicional, dominante, não se limpa o veneno. Como com qualquer religião ou sistema de lei, quando se trata da guerra islâmica há o ágape entre o ideal e sua aplicação no mundo.
Publicado por Clube de Autores (managed) em 04/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 67 páginas.
[1] 2345Mais
© 2019 BuscaPDF.com.br - Todos os direitos reservados