PDF sobre Karin Sant’Anna Kössling: 1 a 10 de 87 arquivos da pesquisa em BuscaPDF [gl]

Experiências da emancipação

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Esta coletânea reúne a história de milhares de ex-escravos e de seus descendentes dos últimos anos do século XIX até a década de 1980. De forma plural e inovadora, analisa os significados do pós-abolição - período de propostas, lutas e expectativas - por meio de biografias, da trajetória dos movimentos sociais e da formação e consolidação de instituições negras. Textos de Wlamyra Albuquerque, Elizabeth do Espírito Santo Viana , Flávio Gomes, Joselina da Silva , Karin Sant'Anna Kössling , Karla Leonora Dahse Nunes , Kim D. Butler , Maria das Graças de Andrade Leal , Maria do Carmo Gregório , Michael Mitchell , Paulo Roberto Staudt Moreira , Petrônio Domingues e Beatriz Ana Loner.
Detalhes sobre o arquivo: 312 páginas.

Políticas da raça

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Esta coletânea, escrita por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, aborda um longo período da história do nosso país: dos anos 1870, com o início do movimento abolicionista, a 2010, quando o STF julgou constitucionais as cotas raciais na Universidade de Brasília. Entre outros assuntos abordados estão: a formação dos quilombos; a migração de libertos por São Paulo e Rio de Janeiro; os negros no movimento republicano brasileiro; as representações culturais dos negros na música, na cultura, nas artes e na religião; linchamentos raciais no Oeste paulista; a luta entre imigrantes e ex-escravizados pela posse de terra e por moradia; a atuação dos negros na luta contra a monarquia; as relações entre o movimento operário e os trabalhadores negros; comunismo, integralismo e a Frente Negra Brasileira. Trata-se de uma obra completa, lastreada tanto pelo uso de fontes e abordagens diversas quanto pela pluralidade de ideias e pela multiplicidade de interpretações. Textos de Daryle Williams, Walter Fraga, Petrônio Domingues, Paulina L. Alberto, Maria Helena Pereira Toledo Machado, Marcus Vinicius de Freitas Rosa, Marcelo Badaró Mattos, Marc Hertzman, Luiz Felipe de Alencastro, Kit McPhee, Karl Monsma, Jessica Graham, James Woodard, Israel Ozanam, Isabel Cristina Martins Guillen, Flávio Gomes, Elione Silva Guimarães, Celso Thomas Castilho e Yuko Miki.
Detalhes sobre o arquivo: 416 páginas.

Repertório bibliográfico sobre a condição do negro no Brasil

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Pesquisadores, estudiosos e cidadãos interessados na situação do negro no Brasil muitas vezes têm dificuldade de encontrar fontes de pesquisa confiáveis. Obter informações embasadas cientificamente, avaliar a veracidade, checar as fontes e ter um olhar crítico sobre o conteúdo encontrado não é tarefa fácil. Pensando em auxiliar o trabalho de quem precisa encontrar e filtrar referências entre tantas disponíveis, a Câmara dos Deputados, por iniciativa do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça e da Biblioteca da Câmara dos Deputados, organizou esse guia de fontes de pesquisa sobre a temática racial no país. O livro reúne uma bibliografia abrangente e diversificada sobre a condição do negro, facilitando o acesso a artigos que informam, debatem, analisam, refletem e denunciam a questão racial ao longo da história do Brasil até os dias atuais. Com esta publicação, a Câmara dos Deputados reafirma o seu compromisso com a promoção da igualdade racial no país.
Publicado por Edições Câmara em 11/11/2014
Detalhes sobre o arquivo: 416 páginas.

Jovens na metrópole

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Grupos de jovens, como pichadores, instrumentistas, baladeiros, góticos e straight edges, formam um panorama e comportamento e práticas culturais em uma grande metrópole.
Publicado por Editora Terceiro Nome em 13/07/2018
Detalhes sobre o arquivo: 280 páginas.

Lélia Gonzalez

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Obra que versa sobre a trajetória de vida, a produção intelectual e o ativismo político de uma das maiores lideranças do movimento negro brasileiro do século XX. Através da biografia de Gonzalez, os autores deixam entrever o processo de abertura democrática, revelando ainda a construção de identidade coletiva de segmentos excluídos da política nacional, notadamente os negros e as mulheres. Esta obra faz parte da Coleção Retratos do Brasil Negro, coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos pela Michigan State University (EUA) e pesquisadora e consultora da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. O objetivo da Coleção é abordar a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra.
Publicado por Selo Negro em 18/05/2014
Detalhes sobre o arquivo: 176 páginas.

Mulheres negras no Brasil escravista e do pós-emancipação

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Como foi a participação das mulheres cativas na sociedade escravista e nas primeiras décadas da pós-emancipação? Como protestaram mirando a escravidão e contrariando a ideia de que aceitaram com passividade a opressão imposta? Os ensaios desta coletânea, que abrange os séculos 18 a 20, constituem um quadro amplo e fascinante das experiências das mulheres africanas, crioulas, cativas e forras.
Detalhes sobre o arquivo: 320 páginas.

Histórias do movimento negro no Brasil

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Este livro é resultado de uma pesquisa desenvolvida entre 2003 e 2007 no Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da Fundação Getulio Vargas, com o objetivo de formar um banco de entrevistas com lideranças do movimento negro no Brasil a partir das décadas de 1970 e 1980 em todas as regiões do país.
Publicado por Pallas Editora em 17/05/2016
Detalhes sobre o arquivo: 528 páginas.

Manual Do Guerrilheiro Urbano

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Carlos Marighella (Salvador, 5 de dezembro de 1911 – São Paulo, 4 de novembro de 1969) foi um político, guerrilheiro e poeta brasileiro, um dos principais organizadores da luta armada contra o regime militar a partir de 1964. O Manual do Guerrilheiro Urbano foi escrito em 1969, para servir de orientação aos movimentos revolucionários. Circulou em versões mimeografadas e fotocopiadas, algumas diferentes entre si, sem que se possa apontar qual é a original. Nesta obra, detalhou táticas de guerrilha urbana a serem empregadas nas lutas contra governos ditatoriais. Nos anos 80, a CIA – Central Inteligence Agency, dos Estados Unidos, fez traduções em inglês e espanhol para distribuir entre os serviços de inteligência do mundo inteiro e para servir como material didático na Escola das Américas, por ela mantida, no Panamá. Essa edição ainda conta com mais 2 textos do Carlos Marighella e mais fotos.
Publicado por Clube de Autores em 26/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 94 páginas.

O que resta da ditadura

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Bem lembrada na frase que serve de epígrafe ao livro, a importância do passado no processo histórico que determinará o porvir de uma nação é justamente o que torna fundamental esta obra. Organizada por Edson Teles e Vladimir Safatle, O que resta da ditadura reúne uma série de ensaios que esquadrinham o legado deixado pelo regime militar na estrutura jurídica, nas práticas políticas, na literatura, na violência institucionalizada e em outras esferas da vida social brasileira. Fruto de um seminário realizado na Universidade de São Paulo (USP), em 2008, o livro reúne textos de escritores e intelectuais como Maria Rita Kehl, Jaime Ginzburg, Paulo Arantes, Ricardo Lísias e Jeanne Marie Gagnebin, que buscam analisar o que permanece de mais perverso da ditadura no país hoje. Assim, o livro possui também um caráter de resistência à lógica de negação difundida por aqueles que buscam hoje ocultar o passado recente, seja ao abrandar, amenizar ou simplesmente esquecer este período da história brasileira. Segundo Edson Teles e Vladimir Safatle, a palavra que melhor descreve esta herança indesejada é "violência" – medida não pela contagem de mortos deixados para trás, mas por meio das marcas encravadas no presente. Para os organizadores, "neste sentido, podemos dizer com toda a segurança: a ditadura brasileira foi a mais violenta que o ciclo negro latino-americano conheceu. Quando estudos demonstram que, ao contrário do que aconteceu em outros países da América Latina, as práticas de tortura em prisões brasileiras aumentaram em relação aos casos de tortura na ditadura militar; quando vemos o Brasil como o único país sul-americano onde torturadores nunca foram julgados, onde não houve justiça de transição, onde o Exército não fez um mea culpa de seus pendores golpistas; quando ouvimos sistematicamente oficiais na ativa e na reserva fazerem elogios inacreditáveis à ditadura militar; quando lembramos que 25 anos depois do fim da ditadura convivemos com o ocultamento de cadáveres daqueles que morreram nas mãos das Forças Armadas; então começamos a ver, de maneira um pouco mais clara, o que significa exatamente 'violência'."
Publicado por Boitempo Editorial em 29/03/2019
Detalhes sobre o arquivo: 375 páginas.

Candomblé e umbanda

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Este livro procura fornecer ao leitor uma visão histórica do desenvolvimento das mais conhecidas vertentes das religiões afro-brasileiras. Indicando suas fontes com base no universo social e religioso do Brasil colonial, o autor se estende na análise das relações sociais, políticas e econômicas que se estabeleceram entre negros, índios e brancos e que redundaram no desenvolvimento dessas religiões. Um livro de leitura fácil dirigido ao grande público interessado no assunto.
Publicado por Selo Negro em 17/06/2019
Detalhes sobre o arquivo: 149 páginas.
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