PDF sobre artes: 1 a 10 de 839 arquivos da pesquisa em BuscaPDF [gl]

Artes plásticas na Semana de 22

books.google.com.br/books?id=LHuZVkUgsP8C&dq=artes&hl...
Publicada pela primeira vez em 1970, esta obra, ricamente ilustrada, chega à sua 5a edição, revista e ampliada, com atualização bibliográfica e acréscimo, no apêndice, de dois textos de época inéditos em livro. Referência obrigatória no estudo da história da arte brasileira, expõe o contexto que fez da Semana um divisor de águas no nosso panorama cultural.
Publicado por Editora 34 em 01/01/1998
Detalhes sobre o arquivo: 335 páginas.

Ensino de Artes

https://play.google.com/store/books/details?id=uH4wfO0tR1EC&...
Publicado por IESDE BRASIL SA em 01/01/1998
Detalhes sobre o arquivo: 335 páginas.

Artes Visuais Conversando Sobre

books.google.com.br/books?id=SycvFehkJQ4C&dq=artes&hl...
Publicado por Editora Universitária UFPE em 01/01/1998
Detalhes sobre o arquivo: 335 páginas.

Metodologias de pesquisa em artes cênicas

books.google.com.br/books?id=J5Jc_5EokDIC&dq=artes&hl...
Publicado por 7Letras em 20/11/2018
Detalhes sobre o arquivo: 159 páginas.

As artes de governar

books.google.com.br/books?id=JteNBHNnQigC&dq=artes&hl...
Este livro narra a história do conceito de governo no Ocidente, desde suas origens patrísticas - o 'regimen' como arte de conduzir as almas (século VI) - até sua fixação no vocabulário jurídico-administrativo do Estado moderno (século XVII). Seu objetivo, porém, não é reconstituir as etapas de uma secularização progressiva, mas realçar as mutações que conduziram, por volta do final da Idade Média, à inversão das relações entre o 'regimen' e o 'regnum' (no sentido do poder monárquico). Contrariamente à idéia de que o governo pressupõe a existência do Estado, o autor demonstra que, durante séculos, foram as exigências do regimen que definiram as condições de exercício de poder. É preciso esperar o século XVI - após Maquiavel - para que o Estado, fruto de uma evolução secular, mas trazido por uma crise sem precedente, se imponha como o fundamento da ordem civil e constitua o princípio das práticas governamentais.
Publicado por Editora 34 em 20/11/2018
Detalhes sobre o arquivo: 331 páginas.

Projeto comédia popular brasileira da Fraternal Campanha de Artes e Malas-Artes (1993-2008): trajetória do ver, ouvir e imaginar

https://play.google.com/store/books/details?id=CW1eyZZzDqsC&...
O principal objetivo do presente trabalho é registrar e compreender a trajetória do Projeto Comédia Popular Brasileira (CPB) e, consequentemente, da Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes por meio das personagens criadas durante 15 anos de pesquisa estética (1993-2008). São objetos de análise os projetos específicos desenvolvidos a cada fase do Projeto CPB, suas respectivas peças e espetáculos, concepções de personagens, o trabalho e formação dos atores e a relação estabelecida com o alvo principal de sua vida teatral: o público. Em sua primeira fase (1993-1997) - VER, a Fraternal cria personagens-tipo brasileiras, influenciada pelos comediógrafos Martins Pena, Artur Azevedo e Ariano Suassuna, retomando o diálogo com os tipos fixos da commedia dell ́arte. Na segunda fase (1998-2001) - OUVIR, as personagens-tipo cedem o protagonismo às personagens inspiradas nas festas populares medievais, pautadas no estudo teórico de Mikhail Bakhtin. E, na terceira fase (2002-2008) - IMAGINAR, atores saltimbancos apresentam as personagens por meio da narração e da representação. Neste período, a Cia. aprofunda sua prática no jogo cênico estabelecido entre personagens, atores e narradores para a construção dramatúrgica e interpretativa de seus espetáculos, inspirada em Bertolt Brecht e Luigi Pirandello. A escolha de personagens como interlocutoras dos anseios e da história do povo brasileiro refletiu, desde o início, a específica visão de mundo e de cultura popular adotada pela Fraternal, referendada no ponto de vista contrário ao da classe dominante, o da classe dominada. Dario Fo (1999), Mikhail Bakhtin (1987), Walter Benjamin (1994) e Bertolt Brecht, pautados tanto no que concerne a uma apreensão da encenação e da interpretação cômica, quanto a seus posicionamentos críticos perante a atividade artística, foram essenciais à compreensão da trajetória da Cia.
Publicado por SciELO - Editora UNESP em 01/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 224 páginas.

Artes visuais

books.google.com.br/books?id=JfGTwqKTdRMC&dq=artes&hl...
Resultado de estudos sobre fontes potenciais de carboidratos, desenvolvidos em projeto financiado pelo Programa Ibero-americano de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento e pelo CNPq, este livro analisa a influência dos carboidratos na saúde e na indústria alimentícia. Seus 26 capítulos abordam temas como metodologia analítica, estrutura e propriedades físico-químicas, aspectos clínicos e epidemiológicos dos carboidratos, moléculas biológicas mais encontradas na natureza e nutrientes de grande importância para o homem. Apresentando textos em espanhol e português, a intenção do projeto é oferecer, numa publicação internacional, informações regionais sobre o tema normalmente indisponíveis.
Publicado por EdUSP em 20/11/2018
Detalhes sobre o arquivo: 213 páginas.

As artes da palavra

https://play.google.com/store/books/details?id=kzvlgVgygo0C&...
Uma conversa de um leitor, rigoroso e crítico, mas também apaixonado, sobre o eterno aprendizado da leitura. Em As artes da palavra: elementos para uma poética marxista, o filósofo Leandro Konder faz uma reflexão sobre literatura e realismo. Dividido em duas partes, na primeira, Konder parte da sua experiência e erudição para analisar seis gêneros da expressão literária: poesia, romance, teatro, ensaio, crônicas e cartas. Para cada um dedica um capítulo intitulado "Para ler..." em que o autor, com um texto claro como uma boa aula, discute, desperta o interesse e amplia a compreensão sobre as formas do discurso escrito. Nas suas introduções aos gêneros, Konder trata de questões como por que hoje quase não se lê poesia; o que é um romance; a relação entre o texto teatral e a encenação ao longo da história da dramaturgia até Bertolt Brecht; a dinâmica complexa entre a liberdade artística e a linguagem da ciência nos ensaios; os recursos da crônica, gênero no qual cabe tudo, menos ser chato; e o lugar da carta dentro da literatura. Na segunda parte do livro, o autor parte para um desenvolvimento original do conceito de realismo na literatura, a partir da análise e comparação de um romancista notadamente realista, Honoré de Balzac, com a busca ao que existe de realismo na obra de Fernando Pessoa, um poeta que inventava inclusive os autores de seus poemas. Fortemente inspirado pelo filósofo húngaro György Lukács, Konder busca uma definição do que é realismo e sua relação com a força das grande obras de arte.
Publicado por Boitempo Editorial em 26/10/2015
Detalhes sobre o arquivo: 112 páginas.

Annaes das sciencias, das artes, e das letras

https://play.google.com/store/books/details?id=s5JBiQT11rEC&...
Publicado em 20/11/2018
Detalhes sobre o arquivo: 112 páginas.

Technologia rural; ou, Artes chimicas

https://play.google.com/store/books/details?id=XzRRAAAAYAAJ&...
Publicado em 20/11/1879
Detalhes sobre o arquivo: 112 páginas.
[1] 2345Mais
© 2018 BuscaPDF.com.br - Todos os direitos reservados