PDF sobre artes: 1 a 10 de 1322 arquivos da pesquisa em BuscaPDF [gl]

Metodologias de pesquisa em artes cênicas

books.google.com.br/books?id=J5Jc_5EokDIC&dq=artes&hl...
Publicado por 7Letras em 18/02/2019
Detalhes sobre o arquivo: 159 páginas.

Ensino de Artes

https://play.google.com/store/books/details?id=uH4wfO0tR1EC&...
Publicado por IESDE BRASIL SA em 18/02/2019
Detalhes sobre o arquivo: 159 páginas.

Artes plásticas na Semana de 22

books.google.com.br/books?id=LHuZVkUgsP8C&dq=artes&hl...
Publicada pela primeira vez em 1970, esta obra, ricamente ilustrada, chega à sua 5a edição, revista e ampliada, com atualização bibliográfica e acréscimo, no apêndice, de dois textos de época inéditos em livro. Referência obrigatória no estudo da história da arte brasileira, expõe o contexto que fez da Semana um divisor de águas no nosso panorama cultural.
Publicado por Editora 34 em 01/01/1998
Detalhes sobre o arquivo: 335 páginas.

Artes do corpo

books.google.com.br/books?id=ErbacXYBB0cC&dq=artes&hl...
Segundo volume da coleção 'Memória Afro-brasileira', 'Artes do Corpo' aborda o legado estético-artístico dos brasileiros de origem africana. As experiências de corpos subjugados e estigmatizados geram uma arte de caráter libertário e mesmo herético, em que o corpo se expressa na confluência de planos complementares - sagrado e profano, artístico e cotidiano, mito e rito - propondo uma fusão singular do sensível e do inteligível - orar com o corpo, dançar com a alma.
Publicado por Selo Negro em 18/02/2019
Detalhes sobre o arquivo: 252 páginas.

Projeto comédia popular brasileira da Fraternal Campanha de Artes e Malas-Artes (1993-2008): trajetória do ver, ouvir e imaginar

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O principal objetivo do presente trabalho é registrar e compreender a trajetória do Projeto Comédia Popular Brasileira (CPB) e, consequentemente, da Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes por meio das personagens criadas durante 15 anos de pesquisa estética (1993-2008). São objetos de análise os projetos específicos desenvolvidos a cada fase do Projeto CPB, suas respectivas peças e espetáculos, concepções de personagens, o trabalho e formação dos atores e a relação estabelecida com o alvo principal de sua vida teatral: o público. Em sua primeira fase (1993-1997) - VER, a Fraternal cria personagens-tipo brasileiras, influenciada pelos comediógrafos Martins Pena, Artur Azevedo e Ariano Suassuna, retomando o diálogo com os tipos fixos da commedia dell ́arte. Na segunda fase (1998-2001) - OUVIR, as personagens-tipo cedem o protagonismo às personagens inspiradas nas festas populares medievais, pautadas no estudo teórico de Mikhail Bakhtin. E, na terceira fase (2002-2008) - IMAGINAR, atores saltimbancos apresentam as personagens por meio da narração e da representação. Neste período, a Cia. aprofunda sua prática no jogo cênico estabelecido entre personagens, atores e narradores para a construção dramatúrgica e interpretativa de seus espetáculos, inspirada em Bertolt Brecht e Luigi Pirandello. A escolha de personagens como interlocutoras dos anseios e da história do povo brasileiro refletiu, desde o início, a específica visão de mundo e de cultura popular adotada pela Fraternal, referendada no ponto de vista contrário ao da classe dominante, o da classe dominada. Dario Fo (1999), Mikhail Bakhtin (1987), Walter Benjamin (1994) e Bertolt Brecht, pautados tanto no que concerne a uma apreensão da encenação e da interpretação cômica, quanto a seus posicionamentos críticos perante a atividade artística, foram essenciais à compreensão da trajetória da Cia.
Publicado por SciELO - Editora UNESP em 01/01/2010
Detalhes sobre o arquivo: 224 páginas.

Annaes das sciencias, das artes e das letras

https://play.google.com/store/books/details?id=OABKAAAAcAAJ&...
Publicado em 18/02/2019
Detalhes sobre o arquivo: 224 páginas.

As artes de governar

books.google.com.br/books?id=JteNBHNnQigC&dq=artes&hl...
Este livro narra a história do conceito de governo no Ocidente, desde suas origens patrísticas - o 'regimen' como arte de conduzir as almas (século VI) - até sua fixação no vocabulário jurídico-administrativo do Estado moderno (século XVII). Seu objetivo, porém, não é reconstituir as etapas de uma secularização progressiva, mas realçar as mutações que conduziram, por volta do final da Idade Média, à inversão das relações entre o 'regimen' e o 'regnum' (no sentido do poder monárquico). Contrariamente à idéia de que o governo pressupõe a existência do Estado, o autor demonstra que, durante séculos, foram as exigências do regimen que definiram as condições de exercício de poder. É preciso esperar o século XVI - após Maquiavel - para que o Estado, fruto de uma evolução secular, mas trazido por uma crise sem precedente, se imponha como o fundamento da ordem civil e constitua o princípio das práticas governamentais.
Publicado por Editora 34 em 18/02/2019
Detalhes sobre o arquivo: 331 páginas.

São Paulo artes e etnias

books.google.com.br/books?id=GJMzjjX1VwEC&dq=artes&hl...
Publicado por UNESP em 18/02/2019
Detalhes sobre o arquivo: 438 páginas.

Novos annaes das sciencias e das artes

https://play.google.com/store/books/details?id=Bq8ZAAAAMAAJ&...
Publicado em 18/02/2019
Detalhes sobre o arquivo: 438 páginas.

O baile das quatro artes

https://play.google.com/store/books/details?id=1BF-iMd2TGAC&...
Faz-se necessário urgentemente que a arte retorne às suas fontes legítimas. Faz-se imprescindível que adquiramos uma perfeita consciência, direi mais, um perfeito comportamento artístico diante da vida, uma atitude estética disciplinada, apaixonadamente insubversível, livre mas legítima, severa apesar de insubmissa, disciplina de todo o ser, para que alcancemos realmente a arte. Só então o indivíduo retornará ao humano. Porque na arte verdadeira o humano é a fatalidade.
Publicado por Nova Fronteira em 30/07/2012
Detalhes sobre o arquivo: 176 páginas.
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