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Cinemas em Português. Moçambique. Auto e Heteroperceções

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Cinemas em Português. Moçambique. Auto e heteroperceções é um volume que resulta do 6º Simpósio Internacional de Cinemas em Português, realizado na Universidade de Coimbra em 2015, dedicado ao cinema moçambicano desde o tempo colonial até à atualidade, num ano em que os países africanos de língua portuguesa celebraram quarenta anos de independência. No encontro esteve presente uma delegação moçambicana, constituída pelo professor e investigador Nataniel Ngomane, pelos realizadores Licínio de Azevedo, Sol de Carvalho, João Ribeiro e Diana Manhiça e ainda pelo diretor do INAC Djalma Lourenço. Para além destes, estiveram presentes ou colaboraram no volume investigadores de Itália (Livia Apa e Francesca de Rosa), Brasil (Jorge Cruz) e Portugal (José Manuel Costa, Ansgar Schaefer, Sílvia Vieira, Paulo Cunha e Jorge Seabra), tendo debatido, durante dois dias, o cinema moçambicano do tempo colonial à atualidade e as realidades e perspetivas daquela cinematografia. O volume que agora se publica, ao reunir grande parte das comunicações então apresentadas, com outras colaborações que entretanto surgiram, é um contributo para a visibilidade e o conhecimento de uma cinematografia que já atingiu um patamar de reconhecimento internacional assinalável e, simultaneamente, reforçar a diferença e a importância dos cinemas falados em português. Portuguese Cinema. Mozambique. Self and HeteroPerceptions is a book that results from the 6º International Symposium of Portuguese Cinemas, organized at Coimbra University at 2015, that has treated mozambican cinema from colonial time till nowadays, in a year that african portuguese language countries celebrate the 40º year of independance. In the meeting were presente a mozambican delegacy, which includes the reseacher and professor Nataniel Ngomane, the directors Licínio de Azevedo, Sol de Carvalho, João Ribeiro and Diana Manhiça, and Djalma Lourenço as director of the INAC. Behond those, were also present or cooperate in the book researchers from Italy (Livia Apa and Francesca de Rosa), Brazil (Jorge Cruz) and Portugal (José Manuel Costa, Ansgar Schaefer, Sílvia Vieira, Paulo Cunha and Jorge Seabra), debating, during two days, mozambican cinema from colonial time till actuality or its realities and perspectives.
Autoria: Jorge Seabra
Publicado por Imprensa da Universidade de Coimbra / Coimbra University Press em 17/05/2018
Detalhes sobre o arquivo: 142 páginas.

O senhor do seu nariz e outras histórias

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Um conjunto de cinco contos encantadores e divertidos, que também nos deixam a pensar. Há a história de um rapaz condenado a carregar desde a nascença um nariz do tamanho de um chouriço e que, aos poucos, transforma a sua desgraça em graça. Há também a história de quatro ladrões que são enganados por uma luz esverdeada que lhes falava ao ouvido. E a história de Pedro e Inês, que se queriam bem, mas se desencontraram durante a vida inteira (e na outra também). E a história do Senhor Pascoal, que deu a volta ao mundo à procura da felicidade e só a encontrou quando deixou de a procurar. E ainda a história de um homem ambicioso e agitado que não dava descanso ao seu anjo da guarda. Tanto quis e tanto andou, que acabou onde tinha começado.
Publicado por Leya em 01/04/2011
Detalhes sobre o arquivo: 142 páginas.

Privatize Já

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Obra traça um paralelo das privatizações feitas no Brasil nos últimos anos e explica que a privatização é sim a melhor opção para a economia nacional. Se o governo brasileiro fosse administrar o deserto do Saara, em cinco anos não só faltaria areia, mas haveria uma folha de pagamento de cerca de cinco mil cargos de confiança que investigariam o sumiço, uma CPI do Grão, uma Comissão de Ética e alguns governantes afirmando: "Nós não percebemos que a areia estava diminuindo, mas vamos atrás do culpado, mesmo que tenhamos que cortar da própria carne". Está mais do que provado que o modelo de estatais no Brasil não funciona. Hoje as empresas que menos dão lucro no país, oferecem os piores serviços e, contudo, são as que mais empregam. Mesmo assim, mais da metade da população treme ao ouvir o palavrão "Privatização". Mas se o serviço público não funciona, por que a privatização se tornou esse pecado? Nesta obra, o autor desmistifica o termo privatização, expõe argumentos sólidos, derruba polêmicas e apresenta fatos que definitivamente esclarecem as vantagens da privatização bem feita. De acordo com Constantino, essa aversão pública é pura falta de informação. A solução para diversos problemas enfrentados pelo contribuinte brasileiro hoje está nas privatizações de diversos setores. Tomando por base a lei do livre comércio, a concorrência entre empresas privadas em busca do lucro costuma ser a melhor garantia de bons serviços. O consumidor será privilegiado, já que essa gama de concorrentes fará o melhor para garantir seus lucros, cada qual oferecendo mais e melhores opções para o consumidor final. Já no setor governamental, quando uma empresa oferece um serviço, no qual ela é detentora absoluta de mercado, essa mesma empresa pode cobrar o valor que bem entender. O consumidor infelizmente estará preso a essa estatal.
Publicado por Leya em 01/12/2012
Detalhes sobre o arquivo: 400 páginas.
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