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Gestão da Qualidade - Tópicos Avançados

books.google.com.br/books?id=V1mWIIuO3x4C&dq=norma+is...
A globalização da economia provocou mudanças drásticas nas empresas, que vão desde a necessidade de qualificação de mão-de-obra até a gestão da qualidade dos produtos e serviços oferecidos a consumidores cada vez mais exigentes. Excelência em qualidade é a nova arma contra a concorrência. Considerando esse novo cenário econômico, o livro reúne a visão de vários autores sobre o tema gestão de qualidade. Esses especialistas apresentam conceitos e instrumentos que podem ser utilizados tanto no ambiente de manufatura como no de serviços, bem como nas diversas áreas e funções da administração; analisam o estágio de evolução de alguns setores produtivos quanto às potencialidades e dificuldades da aplicação da teoria e dos instrumentos da qualidade; e duscutem as relações existentes entre a prática dos conceitos da gestão da qualidade e o desempenho da produção de bens e serviços e da própria empresa.
Publicado por Cengage Learning Editores em 24/08/2019
Detalhes sobre o arquivo: 243 páginas.

Garantia da qualidade dos produtos da pesca

books.google.com.br/books?id=PQ5SaiSXBFQC&dq=norma+is...
Publicado por Food & Agriculture Org. em 24/08/2019
Detalhes sobre o arquivo: 243 páginas.

Engenharia de Software e Sistemas de Informação

books.google.com.br/books?id=rtBvl_L-1mcC&dq=norma+is...
Este livro apresenta um roteiro completo com seus respectivos detalhamentos dinâmicos para o desenvolvimento de projetos de software empresarial e de sistemas de informação executivos (gerenciais e estratégicos). Dentre os assuntos abordados, destacam-se - Metodologia para desenvolvimento de projetos de software e sistemas de informação gerenciais e estratégicos; Conceitos de qualidade e produtividade em Informática, medidas de tempos e de custos e metodologias de processos de software - CMM, PSP, SPICE e RUP; Análise estruturada, análise essencial, análise orientada a objetos, modelagem de projetos, dicionário de dados, notação UML e outros; Planejamento de sistemas e gestão de projetos de software. O livro destina-se aos profissionais que necessitam adquirir, construir ou acompanhar o desenvolvimento de projetos para auxiliar os processos decisórios (operacionais, gerenciais e estratégicos) e aos acadêmicos que estejam envolvidos com sistemas de informação, software e tecnologia da informação.
Publicado por Brasport em 24/08/2019
Detalhes sobre o arquivo: 316 páginas.

Competências Arquivísticas no Mercado de Trabalho

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Este livro revela a tríade composta por cursos de formação em Arquivologia no Brasil e o mercado de trabalho em consonância com o arquivista, desenhando um panorama do mercado de trabalho nessa área. Embarcar em uma pesquisa requer a busca de novos conhecimentos sobre o assunto, uma visão crítica das normas vigentes do mercado laboral numa conjuntura de profunda revolução tecnológica e de alteração nas práxis profissionais dos arquivistas, além de compreender que a profissão enfrenta alterações profundas nas grades curriculares. A realidade em termos de formação dos arquivistas cria habilidades de aprendizagem de novos conhecimentos. A obra apresenta elementos que são os principais componentes para o estudo da formação da Arquivologia e a análise das diversas formas de diálogo entre arquivistas, acadêmicos estudantes, professores, pesquisadores e outros especialistas em informação em Competências Arquivísticas no Mercado Laboral, que, certamente, se tornarão referência nos estudos desse campo do conhecimento. Eliana Maria dos Santos Bahia responde, nesta obra, a muitas perguntas relacionadas à área de Competências arquivistas no mercado de trabalho.
Publicado por Appris Editora e Livraria Eireli - ME em 25/09/2018
Detalhes sobre o arquivo: 283 páginas.

O Mundo Da Qualidade

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PREFÁCIO DA TERCEIRA EDIÇÃO Este compêndio foi desenvolvido ao longo de dezesseis anos de atuação na área de qualidade e abrange uma grande gama de conhecimentos em diversas áreas que norteiam o mundo da qualidade. O objetivo do mesmo é demonstrar a evolução da qualidade como um todo ao redor do mundo e disseminar o conhecimento sobre as várias atividades realizadas nesta que é uma das áreas mais abrangentes do mercado. Este compêndio foi totalmente revisado comparado a 2º edição sendo inserido uma grande gama de novas informações e reduzido o seu número de págimas de 2020 para 538 devido ao novo método de formatação. Ele está estruturado em 13 partes no total em uma forma lógica conforme abaixo: PARTE 1 - HISTÓRIA DA QUALIDADE A arte de se obter Qualidade experimentou uma grande evolução no século XX, partindo da mera inspeção de produtos acabados à visão estratégica de negócios. Esta evolução pode ser analisada conforme seu contexto no Ocidente, no Japão e no mundo como um todo. PARTE II – MESTRES DA QUALIDADE E DA ADMINISTRAÇÃO Existem diversas administradores e colaboradores para o desenvolvimento e evolução da administração e consequentemente da qualidade como um todo. Abordaremos sessenta e quatro nomes desses grandes pensadores e como eles contribuíram para o desenvolvimento da qualidade como um todo no mundo. PARTE 3 – NORMALIZAÇÃO A normalização é o ponto chave para o desenvolvimento da qualidade, sem ela a qualidade realmente não existe, pois com ela são padronizadas as técnicas métodos, ferramentas, diretrizes, regras, formas, padrões de referências e tudo o que tem a ver com a qualidade como um todo. Hoje existem diversas entidades que colaboram para o desenvolvimento da normalização no mundo. Descreveremos mais de 2.000 dessas entidades divididas por suas áreas de atuação. PARTE 4 - AVALIAÇÃO DE CONFORMIDADE Neste capítulo abordaremos mais de 1000 entidades que executam inspeções, ensaios, verificações de desempenho, qualificação e declaração de fornecedores no Brasil. Além de abordarmos as definições e conceitos da norma ISO 17000 (avaliação de conformidade) e a demanda crescente deste método no mercado globalizado. PARTE 5 – BARREIRAS TÉCNICAS AS EXPORTAÇÕES Nos dias de hoje, as barreiras não tarifárias, em especial as barreiras técnicas, assumem grande importância como mecanismo de proteção aos mercados. Essas barreiras atingem as exportações dos países em desenvolvimento, camufladas sob a forma de exigências técnicas que os fabricantes desses países, por sua menor capacitação tecnológica, têm maior dificuldade de cumprir. A superação de barreiras técnicas é um desafio para todos, principalmente para as micro e pequenas empresas (MPE) dos países em desenvolvimento. PARTE 6 - SISTEMAS DE GESTÃO, REQUISITOS E SELOS Os sistemas de gestão, requisitos e selos são os conceitos mais conhecidos no mundo de padrões de qualidade mundial tais como a ISO 9001 e ISO 14001, porém cada tipo de setor de produção e ou serviço tem uma especificação diferente. Abordaremos mais de 450 especificações divididas em mais de 70 áreas de atuação para uma abordagem completa dos requisitos de sistemas e qualidade aplicáveis em todo o mundo. PARTE 7 – ROTULAGEM AMBIENTAL A rotulagem ambiental veio para ficar, devido a sua grande aceitação no mercado e grande expansão de alguns selos que já se tornaram quase que obrigatórios para a aceitação da marca do produto no mercado a demanda está crescente com relação a esse tipo de serviço ou produto. Porém somente uma pequena parcela dos mais de 400 selos são conhecidos pelos consumidores e até mesmo os produtores. Devido a estes motivos reunimos nesta parte do compêndio todos os principais itens para o desenvolvimento de um rótulo ambiental e fornecemos uma lista detalhada de cada rótulo existente no globo. PARTE 8 - ORGANISMOS DE ACREDITAÇÃO MUNDIAL E CERTIFICADORAS NO BRASIL A acreditação de organismos de certificação é realizada para reconhecer a competência técnica dos organismos de avaliação da conformidade que executam certificações de produtos, sistemas de gestão, pessoas, processos ou serviços, para isto, utiliza programas de acreditação estabelecido em normas, cujos requisitos devem ser atendidos plenamente pelos solicitantes. Esta acreditação engloba as modalidades: sistemas de gestão, produtos e pessoas. Neste capítulo abordaremos como se desenvolve essa acreditação, os mais de 60 órgãos que desenvolvem essa avaliação no mundo e as mais de 80 certificadoras presentes no Brasil. PARTE 9 – QUALIDADE NOS SERVIÇOS As mudanças e o crescimento experimentado por vários setores têm evidenciado a importância das empresas dedicarem maior atenção à qualidade com que seus serviços são prestados, sempre objetivando atender e superar as expectativas dos clientes. Destaca-se que esta atenção deve estar presente nos serviços prestados externamente, mas também nos prestados internamente aos próprios funcionários das empresas, ou seja, na relação cliente fornecedor interno. Porém poucos conhecem e adotam os princípios de qualidade nos serviços. Neste capítulo abordaremos os princípios de qualidade no serviço e os sete sistemas existentes para uma abordagem de serviço eficiente e eficaz. PARTE 10 – RESPONSABILIDADE SOCIAL A questão da responsabilidade social tem sido tema recorrente no mundo dos negócios. Há uma crescente preocupação por parte das empresas em compreender seu conceito e dimensões e incorporá-los à sua realidade. Porém a grande abrangência do tema torna muitas vezes o desenvolvimento e implantação confusos e limitados. Para um esclarecimento total do mundo da responsabilidade social abordaremos as principais inciativas no mundo, os princípios e diretrizes internacionais e setoriais, os princípios de governança corporativa e as ferramentas de gestão. PARTE 11 – METROLOGIA Não temos como falar de qualidade sem falarmos de coleta de dados, de precisão na medição, de informações corretas, de calibração, ajuste e correção. Porém como é desenvolvido da cadeia metrológica? A necessidade do conhecimento deste tema é de grande importância tão qual os conceitos de qualidade abordados no dia a dia, devido aos dois (qualidade e metrologia), andarem juntos diariamente nos nossos dias. PARTE 12 - FERRAMENTAS E MÉTODOS DA QUALIDADE Devido a grande abrangência da qualidade e seus diversos métodos e ferramentas, muitos ainda desconhecidos e outras tão popularizados, abordaremos 262 métodos e ferramentas para a utilização em diversas áreas de gestão da qualidade. PARTE 13 – FRASES MOTIVACIONAIS E DE QUALIDADE Mais de 600 frases motivacionais e de qualidade são reunidas nesse capítulo para a reflexão, desenvolvimento, automotivação, motivação empresarial e desenvolvimento profissional para a colaboração do crescimento organizacional e ou pessoal, criando assim o crescimento sustentável. Vale ressaltar que os temas, normas, requisitos, padrões e sistemas não se limitam aos aqui apresentados, porém a maior parte dos mesmos estão sendo desenvolvidos. Devido à grande abrangência da área da qualidade é inviável um estudo global de todos os requisitos, pois cada município, cidade, estado, pais, região e continente tem um requisito diferente para cada área, trabalho, sistema de gestão e etc., a abrangência das normas é finitamente extensa e exaustiva. Apesar de parecer completo este compêndio é somente a ponta do iceberg de algo muito maior “O MUNDO DA QUALIDADE”, com infinitas possiblidades, padrões e sistemas. Porém sem sobra de dúvida é o trabalho mais completo já feito na área de qualidade. Este compêndio é adequado tanto para conhecimentos próprios pessoais e ou profissionais quanto para cursos de licenciatura, pós-graduação, MBA, mestrado e ou doutorado. Devido à grande necessidade de melhoria e atualização, este compêndio será atualizado a cada 5 anos para adequação as necessidade e mudanças desta área que é uma das mais abrangentes do mercado. As maioreias das tabelas contidas neste manual foram direcionadas com links para melhor visualização e atualização deste compêndio tornando o mesmo mais dinâmico e um documento vivo permanente. Espero que com a leitura desde compêndio seja vislumbrado um novo conceito de qualidade saindo do chão de fábrica, produtos fornecidos e normas vastamente disseminadas ISO, para o nosso dia a dia, pois sem a qualidade não existiria os avanços tecnológicos e o mercado globalizado que hoje vivemos.
Autoria: Tiago Costa
Publicado por Clube de Autores (managed) em 25/09/2018
Detalhes sobre o arquivo: 571 páginas.

A ISO 9001 na Indústria Farmacêutica: Uma abordagem das Boas Práticas de Fabricação

books.google.com.br/books?id=xmpp-9KFYV0C&dq=norma+is...
Publicado por Editora E-papers em 25/09/2018
Detalhes sobre o arquivo: 571 páginas.

Dicionário de Administração

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Terminologia usual na iniciativa privada e no serviço público, Siglas, jargões e curiosidades da Administração. Indicações temáticas referenciais de verbetes por assunto. Equivalência em inglês dos termos e expressões técnicas. Inclui a Legislação e o Código de Ética da Profissão de Administrador, assim como termos e conceitos utilizados em concursos públicos.
Publicado por KBR em 29/12/2015
Detalhes sobre o arquivo: 687 páginas.

Faça Você Mesmo O Sistema Da Qualidade Autogerido

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Explorar é intrometer-se em busca de revelações. É ser um “pentelhão” nos enigmas e nos mistérios. Não se trata de ser um bisbilhoteiro ou fofoqueiro da fenomenologia, muito embora o voyerismo científico termine virando, em grande parte, de suas vezes, curiosidades sem objetividade investigativa. E sem proveito algum mais nobre a não ser ter uma idéia de como algumas coisas acontecem. A análise exploratória da qualidade, com base no raciocínio estatístico, tem como objetivo buscar variações, relações e tendências. Os dados e fatos são as matérias-primas da análise exploratória (Investigação Científica). No Raciocínio Estatístico, segundo os Profºs Hitoshi Kume e Fujita (JUSE – AOTS – Japão / 1991), ao se analisar um grupamento de dados, temos por finalidade: • Fazer a abordagem científica dos fenômenos (fatos). • Detectar leis que possam ser enunciadas dos fatos. • Constatar variações e relações entre fatores e resultados. • Estabelecer o padrão estatístico, isto é, o comportamento normal e anormal. • Aceitar aproximação em lugar de exatidão. • Prever ou estimar situações e/ou tendências. Diversas curiosidades estatísticas poderão ser descobertas, tais como; (1) Tempo relativo; (2) Esforços comparativos; (3) Jogo de hipóteses; (4) Perdas estimadas, etc. As curiosidades estatísticas são informações que poderão ser relevantes ou meras curiosidades sobre o fenômeno ou a atividade em foco. Toda afirmação suportada por dados estatísticos é uma afirmação científica, mesmo que por mera curiosidade. Os administradores e engenheiros japoneses são mestres em fazer análises exploratórias da qualidade, de modo a caracterizar o paradigma praticado no gerenciamento deles, nos processos que controlam. Isto é uma boa orientação para qualquer empresa. A metodologia de fabricação de produtos sofre dois tipos de análise: (1) análise de qualidade e (2) análise de processo. Ambos permitem que a gestão da Qualidade Total, por exemplo, empreenda a solução sistemática de problemas, numa ordem prioritária relevante, respeitando as considerações da Política da Qualidade Empresarial. Mesmo que efetuando especulações estamos forçando o rompimento do imobilismo e do condicionamento do paradigma empresarial em vigor. Não deixa de ser a implementação de uma heurística saudável e construtiva. Fazer críticas é um bom caminho. Mas, essas críticas devem ser absorvidas com desprendimento, no entendimento de sua relevância ou insignificância. Tendo “reprisado” alguns conceitos da Qualidade Total no contexto anterior de nossas vivências, em artigos que publicamos neste site, devemos usar a ação estatística exploratória para divisar o real paradigma que domina as práticas operacionais e funcionais em nossa empresa, em nosso departamento. E devemos aprender a fazer uma ANÁLISE DOS DADOS de todos os processos e procedimentos que ocorrem na empresa. Os dados usados que viermos a usar nas tabelas resumidas enumeradas que tabulamos devem ser tirados dos sistemas processadores de dados, da rotina empresarial sofrendo um tratamento estatístico para “fins de exploração”.
Publicado por Clube de Autores em 19/10/2009
Detalhes sobre o arquivo: 99 páginas.

Implantando a Governança de TI - da Estratégia à Gestão de Processos e Serviços (2a. edição)

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A partir de um modelo genérico, os autores detalham as etapas do planejamento, implementação e gestão da Governança de TI, passando pelo alinhamento estratégico da TI ao negócio, a elaboração do Portfolio de TI, as operações de serviços de TI, os modelos de relacionamento com usuários e fornecedores e, por fim, a gestão do desempenho da TI.
Publicado por Brasport em 24/08/2019
Detalhes sobre o arquivo: 444 páginas.

Da Qualidade Nuclear Para Os Sistemas Autogeridos

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Antes de se tecer uma previsão sobre o “modus operandi” da tecnologia e da QUALIDADE a serem aplicadas no século 21, e suas plataformas operacionais, será preciso que estipulemos as suas características, que devem corresponder às atuais buscas por maneiras ambientalmente seguras ao planeta e sua eco-geo-bio-diversidade, bem como a sua utilidade social e econômica, em produtividade, qualidade e funcionalidade. As principais características que são buscadas para serem operacionalizadas, em novos projetos da industrialização, são aquelas tais que ainda não são consenso entre os financiadores, investidores e projetistas de instalações fabris, de bens de capital, bens duráveis e bens de consumo. Isto porque uma das maiores evidências de que tais características não são consensos, ainda, são os parcos investimentos em operações com alto padrão de qualidade, a ausência de diretivas para o ensino de disciplinas relacionadas às concepções qualitativas, ausência de diretrizes para a administração da tecnologia e de sua qualidade, com segurança técnica e responsabilidade humanista e socioeconômica. Não importando o modo das instalações, suas padronizações funcionais e arquitetônicas, a industrialização e seus projetos terão que aglutinar certas características operacionais em seus processos e procedimentos, para adquirirem uma utilidade ambiental e produtiva, sob as linhas mestres da sustentabilidade. As características operacionais para o século 21 poderão ser as seguintes: (a) Limpa – não poluente/sob rigoroso controle ambiental, sem emissão de gases nocivos, sem despejos impactantes ao ambiente, sem desperdícios de materiais, de esforços, de investimentos, de energia, com a utilização de materiais e insumos reciclantes e com notável capacidade de degradabilidade em seus locais de despejos. (b) Humana – automação e informatização para “eliminar” trabalhos lesivos / insalubres, resguardando a saúde humana e ambiental, conferindo maior segurança nas operações e menores riscos de acidentes, erros, falhas, omissões, defeitos, oferecendo muito maior segurança na obtenção dos resultados planejados; (c) Útil – eficiente sem perdas/desperdícios, minimizando as possibilidades de prejuízos relacionados a perdas de tempo, de materiais, de energia, da má qualidade operacional, de projeto da qualidade e de deficiências em seu controle de produção, qualidade e economia. (d) Econômica – custos otimizados, em todos os sentidos tanto na administração da sua produção e na obtenção da boa qualidade, quanto na administração do seu sistema de controle da qualidade ambiental, sempre maximizando a sustentabilidade; (e) Reciclante – utiliza grandes frações de materiais reciclados – matérias primas e insumos, procurando obter estes recursos para até 80% da necessidade de materiais e insumos para os seus processos primários de beneficiamento e de transformações, minimizando a utilização de tais recursos diretamente de minas, minerações e de atividades extrativas; (f) Produtora de Recicláveis - de fácil “desmonte” ou “desmanche”, em instalações específicas – Linhas de Desmontagens, sob a égide da logística reversa, e que se dedique a contribuir com os processos de tratamento de materiais recicláveis de sua origem industrial e fabril, junto a grupos cooperativos comunitários e de micro-empreendedores. E como poderíamos identificar a operacionalidade de indústrias e de novos projetos industriais sob o conceito de tecnologia positiva do capitalismo no século 21? Através do seu Plano de Desempenho Industrial da QUALIDADE e da PRODUTIVIDADE, com indicadores administrativos da produção, da qualidade e da sua economia fabril, tais como: 1. Defeito nos produtos ou Vício de fabricação Zero; 2. Parada de equipamento ou Quebra de ferramental Zero; 3. Acidente com ferimentos ou Morte Zero; 4. Desperdício de materiais, tempo, esforços humanos, recursos ambientais ou Perda Zero; 5. Doença por insalubridades de operações e funções o
Publicado por Clube de Autores em 11/05/2009
Detalhes sobre o arquivo: 100 páginas.
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